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Archive for the ‘[tendência]’ Category

karin feller

Dezembro 14, 2009 Daniela Hinerasky 4 comentários


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a Karin Feller é uma designer new generation rhyqueza.
Morri com esta coleção lindeza (projeto LAB, da Casa dos Criadores, no dia 26 de novembro, último) e com as fotos, do arthur soares.
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#tô querendo do verão: comprimentos curtos, babados, chapéu.

um é pouco

Mas 2 cintos… fica uma graça, né?
Eu gosto demais da combinação de dois cintos (que vale também de larguras diferentes) porque muda completamente a proposta do look e dá outra cara pro nosso visual.
A ideia aqui foi valorizar a cintura, que é uma parte do corpo legal em mim.
Já até mostrei antes aqui esta combinação que eu adoro.
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Que outras combinações com cintos são possíveis? Contaí (ou mostra)!
Pensei que estes cintis fininhos posso usar como colar.
Vou experimentar… beijos.
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[sorry pelas eu.jpg]

wannabe Diane Kruger

Oi nerds,
Diane Kruger at RayBan's relaunch of 'Clubmaster' sunglasses

Encontrei a minha sósia (levanta a mão quem tem a testa tamanho GG) na foto duma festa da Rayban que aconteceu há horas fazendo pose Gisele (acho uó) com os Wayfarer. O modelo tá bombando nas vitrines das óticas porto-alegrenses (e quiça do Brasil inteiro) e é a febre nas versões Ciudad del’est pra quem não pode ter o original, né.
Mesmo vestida neste look pinguim-garçon emergente, a maquiagem e cabelo estão lindos – como sempre (até este grampinho vibe cara-de-colona-dei-um-jeito-sem-ir-no-salão ficou delicado)
Ela brilha muito, né? #wannabeeeee

diane_kruger_300x500
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Bom, mas te deixo também com uma versão princesa exuberante dela
#wannabeforever
Oremos pra nossa pele ficar assim só com corretivo e pó.
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diane Kruger

o esporte da moda

Este ano eu comecei a trabalhar (mostrei aqui) em uma área que queria há muito tempo, consultoria de moda.
Foi na Praxis, uma empresa de moda esportiva INCRÍVEL lá de Santa Maria (cidade onde eu também sou professora nos cursos de Jornalismo e Publicidade da Unifra), que tá crescendo a cada estação.
Pro “Verão 2010″, a equipe de criação e planejamento (a Márcia, a Rubi, o Celso e a Carol) + o pessoal da agência Sinapse e eu trabalhamos pra caramba pra renovar a marca e fazer uma coleção leve, confortável, muito mais linda e com a qualidade pela qual eles já são reconhecidos.
A coleção foi lançada lá em julho, né, porque tinha que começar ser vendida em seguida (mas anda pelas lojas do estado e do país). Olha este vestido que eu tô usando, é da Linha Use (pro dia-a-dia tb):

Photo on 2009-11-06 at 23.07 #2

Neste sábado, quem estiver em Santa Maria e quiser conhecer as roupas lindas da Praxis – tem uma linha pra praticar esportes e também uma linha esportiva urbana – todas impecáveis e, de quebra, saber sobre a importância de tecidos apropriados pra praticar esportes, é só ir no Pavilhão da Moda, da Feisma. Vai ter desfile e palestra. Oh:

Praxis webmail convite palestra

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# É muito diferente a gente estudar e ler sobre moda (e planejamento de coleção e tals) e conhecer um empresa e sua dinâmica na prática. As dificuldades, o mercado, a preocupação (e o abismo) entre o pensar o conceito e a grade da coleção que atenda a lojistas de diversos estados do país, estes sim, especialistas em quem está do outro lado do balcão – o consumidor (quem faz o uso real da moda).
Trabalhei aprendendo. Aprendi trabalhando.
E ainda estou.
Fizemos um catálogo da campanha e até dá pra ver o making-of (eu apareço, uhu) no site: http://www.usepraxis.com.br/ (no link Campanha).
beijos.

queremos este look.pontocom

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Que coisa mais fofa-feminina, né?
Hoje mesmo eu queria me vestir com este look (só dispensaria as meias por causa do calor). :P
Só preciso desta camisa vintage Etsy da Jessica Schroeder, do What I Wore. \o/

every girl goes through a photography phase

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É bem clichê tirar fotos de pés. Guria adora e tem esta fase (alguns guris também, mas não confessam). Como eu!
“Every girl goes through a photography phase”. É fato, é até texto de roteiro de filme, sabiam? – o Lost in Translation (Encontros e Desencontros), com a linda Scarlett Johansson
Daí que depois de muitas fotos dos meus pés e pernas postadas no Flickr, na minha SÉRIE “pernas pra que te quero, resolvi criar o GRUPO “every girl goes through a photography phase”, pra compartilhar o “hobby” com as amigas que também curtem isso e continuam nesta fase.

Já tirou fotos dos pezinhos por aí? Gosta disso?
Participa, vai!

para onde a moda vai?

Eu não tenho resposta pra esta pergunta, porque ela é complexa. A moda vai atrás do consumidor, oras. Ela tem que sair das passarelas e vitrines e ir pras ruas pra fazer sentido.
Tampouco vou discutir a “falta de” criatividade (e imaginação) dos designers das últimas semanas de moda internacionais Spring/Summer 2010.
Vi váaaarios fotos de desfiles (pelo Style.com), pouca inovação arrebatadora, mas tinha peças bem bonitas, mostrando algumas coleções elaboradas (sem ser exageradas) e sensoriais (com transparências e babados fofos até), outras com ar mais futurista e andrógino, mas que cabem pra mulher dos dias de hoje.
Pra mulheres que sabem se fazer femininas. Porque mulher tem que ser feminina na minha opinião (muito!), mas não precisa usar decote pra isso (é a gente que decide) – embora estejam em vogas looks sensuais.
Pra mim, moda tem que ser efortless, com um toque moderninho.
A mulher tem que se vestir com graça, fazer com que a roupa deslize no corpo.

Marni marni

Se a Chanel disse já que é corpo da mulher que determina o contorno do vestido – claro que a gente pode associar isso a tudo que vestimos. E a idade também deve ser considerada. É por isso que temos que pensar pra onde nosso guarda-roupa vai? O que é adequado pra mim no meio disso tudo?

Mas pra nossa alegria e deleite, minhas imagens fave do que rolou em NYC, Londres, Milão e Paris.

Rosa Chá (ai achei incrível esta composição navy do Alexandre Herchcovitch pra RC. Os óculos redondinhos vão bombar. E lenços na cabeça são um arraso) rosacha9Miu Miu miu3 Luella
luella Luella (acessórios) luella Balenciagabalenciaga Chanel chanelchanel

conectar(se) dá trabalho. muito.

3463289462_29bd918bac_oNunca parei tanto pra pensar em comunicação (ou na falta de) quanto ultimamente. A minha geração, que já é filhote da rede mundial, é uma das que menos se comunica – digo, que se comunica pior – apesar de tantos espaços para isso (a gente sabe que as conversações ocorrem e os encontros existem). Comunicar, aqui, estou falando em interagir, e, ao fazer isso, ser compreendido e/ou correspondido, né.

Não é UM problema, apenas, na minha opinião. São vários.

Isso tem a ver não só com as idiossincrasias das tecnologias digitais e das redes, mas também com o nosso jeito de dizer, com a (falta de) clareza. Com as palavras que a gente escolhe, penso cá.

Quem está do outro lado nao tem como adivinhar nossa empolgação, tristeza ou desmotivação; se um simples “Sim” é só um sim mesmo. Ou o que a gente tá pensando junto com este sim (os poréns ou se é um “mais ou menos”). Se um “não” de resposta implica uma carga de desapontamento, conformismo ou whatever.
Ou se um “Pode ser”, “Tudo bem, ok, fulaninho” não está carregado de um: “Não pensa que eu aguento isso“; ou “Quero me avançar em você”.

E se você puxa assunto com alguém numa destas plataformas e a pessoa não responde? Ela pode não estar no computador, ou pode estar ocupada, né? Ou tantas coisas. Mas você acredita nisso?

Supostas piadas ou intenções também nem sempre têm sucesso, né gente.

E no quesito afeto e coisas do coração? Ixi. Fudeu. Aí é que estas coisas se agravam. Porque mesmo com as webcams, não tem como tocar, nem ouvir o tom da voz e a respiração da mesma forma que ao vivo.

Ô coisinha complicada. Justamente porque estamos falando de pessoas.

PIOR. O que eu sinto é que tudo isso vem agravando cada vez mais nossos jeitos de interagir principalmente nas nossas relações em grupo, no dia-a-dia e não só na internet. Pode ser que gente esteja conversando menos e não falando tudo que gostaria pras pessoas. Sendo mais monossilábico até.

Claro que tem isso de ser mais fácil e confortável dizer as coisas escrevendo, por e-mail, ou nestas quickmessages, “escondida” na tela de cá, do que no cara-a-cara. Mas é bem por isso que eu às vezes me sinto emburrecendo, sem iniciativa para dizer coisas tão simples, mas fundamentais para as pessoas com quem me relaciono, a qualquer hora. Em casa, num café, no trabalho, na hora do almoço.

Muita gente dizendo coisas, vidas explícitas, mas pouca clareza no eu-e-você. Ruído. Delay.
Daí que tem gente que se trumbica. No virtual e no real.
E não tô dizendo que é culpa da rede, veja bem.
Acho que a rede mundial facilita muito os acessos das pessoas e às pessoas (sou uma otimista). Facilita as conexões. Facilita as relações, sim. Mas não os laços fortes, os vínculos de fato.
Aí a gente fala coisas. Não se entende. And… straight on.
Vamos em frente, porque é mais fácil fazer novos amigos do que fortalecer as relações que já temos.

E é aqui que eu concordo com o sociólogo Zygmunt Bauman. Porque com a mesma facilidade que a gente conecta, a gente se desconecta, né. Esta é a lógica – legítima – das redes, que não obriga o engajamento e o compromisso: “momentos em que se está em contato, intercalados por períodos de movimentação A ESMO”, explica Bauman. Conexões estabelecidas e cortadas POR ESCOLHA. Aqui está a fragilidade das relações, né.

Embora neste ponto já entremos num tema nodoso, o dos relacionamentos, (que claro, também perpassam as interações), penso que isso justifica muito da ansiedade do que a gente vive e até do medo de se expor (ou não né?).

Talvez nem falte dizer. Falta fazer acontecer neste mundo.
Fora daqui.
Porque comunicação é ação, né, nerds?
Aquele abraço!

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.de olho em Kate.

french kate 5
Eu adoro a Kate Moss.
E não é porque ela é inovadora e trendsetter*, porque tudo o que veste vira moda.
Eu adoro o JEITO dela, da aparência, do “eu tô nem aí pra vocês todos” dela também. Da provocação e da autenticidade.
Ela me faz feliz com com a coerência entre a imagem que tem, o corpo e a idade.

french kate 8

Gosto disso.
As fotos, que são da Vogue Francesa deste mês, estão no fashionista.com
Ela: linda, linda, linda.
Editorial: lindo, lindo, lindo!
Kate, me morro com teu estilo. Me ensina?

* E por isso ela é um “ALFA” (tá entre os 2 ou 4% da população que tem esse potencial). E nisso ela é highest, né?

Sem urgência, s’il vous plaît.

ser chico
Sobre leveza. Inspiração pra vida.

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um beijo e bom findieferiado a todos.

.sangue azul.

Por todo meu amor ao azul maixxx liaaando do mundo (como já me declarei neste post alles blau) e à minha predileção aos calçados azuis também (sem esquecer do verde que é uma nuance, né), a incrível sandália rasteira, desta guria fofa aqui, que eu descobri no blog da frufru.

É, meu sangue é azul. só pode.

#querodoverão
IMG_9059

tá na moda, genti! ;)

a rua conta a moda (ou vice-versa)

Eu não podia deixar uma data histórica passar sem comentar (ai, acho que só eu não citei ainda). É o lançamento oficial das edições do livro do Scott Schuman, do blog de street-style The Sartorialist, que tá marcado pra amanhã, dia 12, embora já dê pra comprar pela internet (e também me exibir e dizer que eu já comprei a a minha edição para colecionadores e o livro normal/brochura. eehhhhhhhh!!! – quando estiver em mãos eu mostro!).

the-sartorialist-book-scott-schuman-23-300x213

Na verdade, eu queria discutir mais sobre o tema blogs de street-style, que tenho pensado há um bom tempo (e já falei algo aqui), porque é o objeto da pesquisa que iniciei este ano. Como não dá pra eu fazer isso hoje com a devida atenção que merece, vou levantar alguns pontos – o que já está de BOM tamanho – \o/

Bom, o Sartorialist é o mais famoso entre os blogs de moda de rua e também o pioneiro (existe desde 2005). Dele surgiu um fenômeno que ganhou força em 2006 e gerou um movimento no mundo todo, com a popularização desses blogs e a influência que hoje exercem no mercado da moda.

Por que?
Porque começaram a publicar fotos de pessoas vestidas (supostamente) com estilo – mesmo que a maioria delas pareça estar megaproduzida – indicando os usos particulares que as pessoas fazem da moda das passarelas/vitrines no cotidiano. Acaba sendo as apropriações das tendências – mesmo que os donos dos blogs estejam atrás de “estilo”, de “autenticidade”.
(que coisa mais linda, né? Já viram a http://www.garancedore.fr/, o http://facehunter.blogspot.com/? e o http://www.hel-looks.com ?)

É muito bom registrar, como lembrou Marco Sabino, que desde os anos 80 as revistas publicavam páginas sobre streetwear e registros de fashionistas ou pessoas ligadas em moda.
Mas na internet isso se torna gigante. Se multiplica e circula: são muitos blogs, milhares de fotos de looks interessantes, muitas ideias, estilos, particularidades, tribos. Dá pra identificar recorrências no vestir (nem tão diferentes, porque conectados – isto é pra outro post).. E ainda: milhares de pessoas “conversando” sobre estes “jeitos de vestir”, sobre estas escolhas (tanto pessoais dos looks), quanto daquilo que foi fotografado.
Foi por isso que a indústria e os próprios veículos especializados passaram a prestar mais atenção nesses blogs-street, para esta estética de uma moda dinâmica, vinda das ruas.

Um dos que tem o olhar mais acurado e melhor faz isso é, claro, o Scott Schuman. Ele, que também é fotógrafo e publica imagens muito bonitas, com qualidade incrível, acabou:
- tendo seu espaço na Style.com,
- tornando-se celebridade de “fashion weeks” e fotógrafo de editoriais de moda
- e, agora, autor do próprio livro, com uma seleção das suas milhares de imagens desde o lançamento do blog.

Acho que a moda (e a comunicação de moda) vive um momento de transição muito importante, em que a rua conta moda (através das pessoas, claro – e isto não é novidade, ok), também pelas lentes de voyeurs urbanos – antigos flâneurs das ruas do século XIX, de Baudelaire, que hoje adquiriram status e projeção de editores de moda, coolhunters etc etc interferindo no ciclo da indústria.

diagrama street

Mais interessante ainda é perceber que um suporte digital (o estilo da rua na internet/blogs) não prescinde agora de tecnologias da época da prensa de Gutenberg e vai parar na biblioteca, como muito bem lembrou a Miuxapop (diagrama acima) tamanha projeção e importância que conquistou. Pano pra manga, hein?

Quem não quer ter tudo isso na estante, né?
Imagens de moda que são representações da cultura urbana da segunda metade dos anos 2000. Yeah, Yeah. o/

p.s: A discussão sobre que (olhar) moda de rua é esta que circula?
Como essas imagens foram e têm mudado? E o que isso tudo quer dizer fica pra um outro post, ok? b

wannabe Agyness blond

agyness-deyn-hairstyles-6

Quem acha que eu devo ficar blond total que nem a Agyness levanta a mão! o/

Aceito doações.
BB Ag 07XX CC 15167

.agora que já fiquei mocinha.

Tô numa nostalgia dos anos 80 que nem sei.
Comecei a cantar “Coração ligaaaado, beat aceleraaaaado [repeat]“… e não parei mais. O pessoal da banda Metrô (franceses radicados no Brasil) era MUITO pop (eles também são conhecidos pela famosa
Tudo pode mudar – e no balanço das horas, tudo pode mudar…)
Acho o clipe de Beat Acelerado uma lindeza, com mil referências de roupas, acessórios e estampas, porque a moda dos 80′ tá se renovando há horas nas coleções e nas ruas, né.

O mais legal do clip que vale hoje?
A gravatinha borboleta dele com tênis e SUSPENSÓRIO, os modelos diferentões das camisetas, as listras (tão tão massivo e que gostamos TANTO), a estampa bizarra (adoiro)!
As blusas de ombrao de fora que a vocalista Virginie usa e o brincão prata (modelo “waffer”) em uma orelha só são the best.

E o vestido lilás com cintura marcada e luvinha de renda, como posso viver sem?
Glamour é o cabelo dela! E o tanto que eu queria fazer permanente pra ter cabelo volumoso (#prontoconfessei)

metro17

*ps.: se vc nao gostar de nada, o clipe vale pelos olhos do galã. o/
Pega este bonde.

.nerd-chic II.

Eu já falei disso aqui e não me cansei deste visual, apesar dos Wayfarer (ou cópias, como a minha, comprada no Brick da Redenção) terem se massificado entre a galera. Numa versão opcional, eu também quero TANTO um óculos de armação PRETA como este aí (abaixo), modelo que a Tracyanne Campbell, da Camera Obscura está usando na capa do álbum “Underachievers Please Try Harder” (2004), o segundo da banda.

Front
Acho chique.