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Posts Etiquetados ‘comportamento’

sexta-feira e chove

And I say hey… I said hey what’s goin’ on
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Whats Going On [1993]
4 non blondes

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hoje tá com cara de sarau.
hoje tô com a mesma montanha de esperança de sempre.
tô com #teenagerfeelings.
beijos

Play it loud

Novembro 28, 2009 Daniela Hinerasky 1 comentário

Music is the only thing that makes sense anymore, man.
Play it loud enough, it keeps the demons away
“.

JoJo, Across The Universe

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Oh yeah, I’ll tell you something,
I think you’ll understand.
When I say that something
I wanna hold your hand

[...]

And when I touch you I feel happy inside.

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Play Beatles loud and have a good weekend, holding hands!
:D

capítulos de arqueologia

Novembro 24, 2009 Daniela Hinerasky 3 comentários

O tempo ajuda os homens a derreter o gelo entre si?
Ah, o tempo…

Paris: retalhos de rua

Olha só este projeto chamado Paris Street View, do fotógrafo Michael Wolf. Pelo mapa das ruas da cidade, no Google, ele fez suas próprias imagens, seus próprios enquadramentos. Delícia, né?

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via Kato78

.A toda hora, todo momento.

PICK ONE

PICK ONE

PICK TWO

conectar(se) dá trabalho. muito.

3463289462_29bd918bac_oNunca parei tanto pra pensar em comunicação (ou na falta de) quanto ultimamente. A minha geração, que já é filhote da rede mundial, é uma das que menos se comunica – digo, que se comunica pior – apesar de tantos espaços para isso (a gente sabe que as conversações ocorrem e os encontros existem). Comunicar, aqui, estou falando em interagir, e, ao fazer isso, ser compreendido e/ou correspondido, né.

Não é UM problema, apenas, na minha opinião. São vários.

Isso tem a ver não só com as idiossincrasias das tecnologias digitais e das redes, mas também com o nosso jeito de dizer, com a (falta de) clareza. Com as palavras que a gente escolhe, penso cá.

Quem está do outro lado nao tem como adivinhar nossa empolgação, tristeza ou desmotivação; se um simples “Sim” é só um sim mesmo. Ou o que a gente tá pensando junto com este sim (os poréns ou se é um “mais ou menos”). Se um “não” de resposta implica uma carga de desapontamento, conformismo ou whatever.
Ou se um “Pode ser”, “Tudo bem, ok, fulaninho” não está carregado de um: “Não pensa que eu aguento isso“; ou “Quero me avançar em você”.

E se você puxa assunto com alguém numa destas plataformas e a pessoa não responde? Ela pode não estar no computador, ou pode estar ocupada, né? Ou tantas coisas. Mas você acredita nisso?

Supostas piadas ou intenções também nem sempre têm sucesso, né gente.

E no quesito afeto e coisas do coração? Ixi. Fudeu. Aí é que estas coisas se agravam. Porque mesmo com as webcams, não tem como tocar, nem ouvir o tom da voz e a respiração da mesma forma que ao vivo.

Ô coisinha complicada. Justamente porque estamos falando de pessoas.

PIOR. O que eu sinto é que tudo isso vem agravando cada vez mais nossos jeitos de interagir principalmente nas nossas relações em grupo, no dia-a-dia e não só na internet. Pode ser que gente esteja conversando menos e não falando tudo que gostaria pras pessoas. Sendo mais monossilábico até.

Claro que tem isso de ser mais fácil e confortável dizer as coisas escrevendo, por e-mail, ou nestas quickmessages, “escondida” na tela de cá, do que no cara-a-cara. Mas é bem por isso que eu às vezes me sinto emburrecendo, sem iniciativa para dizer coisas tão simples, mas fundamentais para as pessoas com quem me relaciono, a qualquer hora. Em casa, num café, no trabalho, na hora do almoço.

Muita gente dizendo coisas, vidas explícitas, mas pouca clareza no eu-e-você. Ruído. Delay.
Daí que tem gente que se trumbica. No virtual e no real.
E não tô dizendo que é culpa da rede, veja bem.
Acho que a rede mundial facilita muito os acessos das pessoas e às pessoas (sou uma otimista). Facilita as conexões. Facilita as relações, sim. Mas não os laços fortes, os vínculos de fato.
Aí a gente fala coisas. Não se entende. And… straight on.
Vamos em frente, porque é mais fácil fazer novos amigos do que fortalecer as relações que já temos.

E é aqui que eu concordo com o sociólogo Zygmunt Bauman. Porque com a mesma facilidade que a gente conecta, a gente se desconecta, né. Esta é a lógica – legítima – das redes, que não obriga o engajamento e o compromisso: “momentos em que se está em contato, intercalados por períodos de movimentação A ESMO”, explica Bauman. Conexões estabelecidas e cortadas POR ESCOLHA. Aqui está a fragilidade das relações, né.

Embora neste ponto já entremos num tema nodoso, o dos relacionamentos, (que claro, também perpassam as interações), penso que isso justifica muito da ansiedade do que a gente vive e até do medo de se expor (ou não né?).

Talvez nem falte dizer. Falta fazer acontecer neste mundo.
Fora daqui.
Porque comunicação é ação, né, nerds?
Aquele abraço!

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retalhos do final de semana

1. Eu sou da época do Atari. E este ano, estava inclinada a comprar um videogame “milesima” geração. Meu amigo @andrepase, porém, me situou: “Como tu vai produzir a tese?”. :/

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Mas AGORA, depois que li a notícia aqui e aqui de que o fashionworld tá inspirando os videogames; ah, vou estar querendo, né?
Gente, o reality show “Project Runway” vai ser um jogo de Nintendo Wii, lançado ano que vem já. E os jogadores vão poder desenhar e também desfilar com as produções. Que lindo, né? Parece que vai ter até Heidi Klum e tudo como personagem. #wannabe

2. Se aqui no Brasil a febre é Melissa, na Italia, são os reloginhos-pulseira de silicone plastic-chis. São super leves, em 19 cores e em 3 tamanhos, mas esses fininhos aí são os the best. A galera tem usado várioss, de cores diferentes, fazendo um pulseirão. Como são vendidos em uma embalagem com 2 (a 17 euros), dá pra trocar com a amiga, ou fazer volume rapidinho.
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Quem me contou foi minha amiga Taís (este aí da foto, que tá na minha mão, é dela e veio direto de lá). Eu achei super fofo e a cara do verão.
Tem tudo aqui no site: http://www.plastichic.net/

3. Parem um minutinho pra ouvir comigo ‘Lunar Sea’ by Camera Obscura @imeem Tá no repeat há mais de um mês. Gosto de todas deles. Mas a combinação da letra de melodia desta is sooo sweet. Para o final de semana.

4. Desculpa, mas eu nasci pra ser embaixatriz da Chanel. Alguém avisa?
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Fora os tamancos de madeira (horrorosos) desta última coleção. Mas deve haver uma justificativa (que agora eu não vou buscar). Porém, AMEI o estilo “rústico-chic”.
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5. Muitas fotosde PÉS depois, minha SÉRIE de fotos do Flickr: “pernas pra que te quero” virou o GRUPO every girl goes through a photography phase #inspiração do Lost in Translation

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Tem fotos dos teus pés, sapatinhos, tênis e tal? Participa então!

6. Que coisa isso que todo mundo trabalha muito e não tem tempo, sabe… Pra quase nada. Pois é… A vida é dura e o tempo cura; dizem os experientes. O amor é líquido; dizem os sociólogos. (Zygmunt Bauman, conhece? Se não conhece, deves ler. Uns acham picareta, outros amam. Tire suas próprias conclusões).
Por enquanto eu digo que tudo é válido e que estou aprendendo as coisas. Porém, que ainda tenho que aprender quase tudo.

Beijo e bom feriadão. Aproveita (o tempo livre) que tá fazendo dias lindos (aqui em Porto Alegre, ao menos) e faz uns passeios delícia como estes.

Sem urgência, s’il vous plaît.

ser chico
Sobre leveza. Inspiração pra vida.

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um beijo e bom findieferiado a todos.