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Posts Etiquetados ‘debates’

da série: The men are the new women – Por que alguns garotos nascem garotas?

Foto: Reprodução Criativo punk

No criativopunk saiu o post Por que alguns garotos nascem garotas?
Penso que muita gente espera uma resposta genética pra algo que até poderia ser um terceiro sexo.

mas que alguns guris são as novas gurias de uma trd generation que sempre existiu e que cada vez mais se coloca – com gostos estéticos incríveis, sensibilidade e tudo mais. isso ninguém pode negar.
e eu amo esse/as garoto/as!!!

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no plural


desafios. São vários e não “um” os desafios dos veículos de comunicação hj.
paradigmas mutantes e novas utopias num cenário em que tecnologias e pessoas se atualizam a toda hora. estão acelerados. avançam e circulam em série. que coisa!
rádios e tvs digitais. grandes e microblogs “às pencas” online. vidas solitárias e (aparentemente) acompanhadas.
cópias idênticas de materiais e pessoas. e, cada vez mais, a tentativa de ser singular.
realidades, resistências, exigências.
nada disso é novidade pra ti?

desde a criação da prensa, por Gutenberg (que permitiu as primeiras cópias), e do telégrafo, que fez circular a informação via cabos – a meu ver as principais e grandes revoluções na comunicação -, é Internet que vem “causando”.
Tecnologia que tb transformou o jornalismo, suas práticas e as relacões e redes sociais. Novas formas de interação. E não estou aqui divagando no otimismo desse processo. Nem nas coisas nem tão boas que trouxe.

O fato é que há um discurso em torno do digital nas redes e na questão das cópias idênticas, especialmente, na música. Sobre isso, encontrei um livro, nas férias, em Buenos Aires, que fala exatamente de como as múltiplas possibilidades e liberdades da Internet (baixar mp3 e cds inteiros, livros e descobrir tantas coisitas que amamos) pode alterar a ordem cultural estabelecida e, claro, a relação entre autenticidade, originalidade e identidade.

O título é LA UTOPIA DE LA COPIA – El pop como irritación, da Editora Interzona.
Mercedes Bunz, a autora, discute sobre como as cópias digitais, mudaram definitivamente essa relação, com capítulos curtinhos que relacionam desde autores, como Foucalt, Walter Benjamin e Derrida traçando um debate sobre a estética pop atual, ao comentar sobre Kraftwerk, Missy Elliott, Devendra Banhart, CocoRosie e Karl Lagerfeld, por exemplo. Ela é diretora da revista de música eletrônica DE:BUG, alemã.
Se a supremacia hj é a lógica da REPETIÇÃO, a pergunta que é lançada é será que “da repetição surge a novidade?
Daí que a gente não pode ser tão pessimista!

Nas duas partes da publicação, conforme o título, vários assuntos do universo pop contemporâneo são abordados e combatidos, entre os quais: cyborgs, moda, poder, clube de fãs, a mudança dos signos pós-culturais e uma teoria pop-neoliberal.

uma crítica interessante.
vale reconhecer os desafios. ainda que de um ponto de vista europeu.
vou tentar fazer posts mais temáticos.

O desafio da mídia

Começou hoje o “1o Ciclo de Debates Mídia e Sociedade“, organizado pelo PPG em Comunicação da UFSM (onde me formei jornalista), em SantaMaria. Confira a programação completa aqui

Vai até quinta-feira, dia 27 e a programação é bem interessante. A idéia é colocar em discussão os estudos dos pesquisadores que acabaram de concluír o Mestrado . Questões ligadas aos desafios da interatividade, discurso televisivo, jornais populares, publicidade, cultura, Relações Públicas, identidade estão entre os temas.

Fui convidada para participar de uma das mesas: Televisão e identidade regionale estarei na quinta-feira, no ESPAÇO CULTURAL CIENTÍFICO ABO-RS, no centro, às 14h, junto com duas RPs: a Mestre pela UFSM Adriana Stürmer e a “xará” Daniela Jardim, Gerente Comercial da RBS TV Caxias do Sul.

Assim como moda, as relações entre TV e identidade estão entre meus focos de pesquisa desde a graduação, através de um interesse em compreender as tendências de programação em redes regionais de TV.
Mas foi no mestrado em Comunicação (UFRGS) que me dediquei a estudar a representação da identidade gaúcha na série Histórias Curtas da RBS TV, nos seus primeiros anos. Nos anos seguintes continuei com estas pesquisas.

Agora vai ser interessante e oportuno (re)discutir uma temática “explorado” há tantos anos pelas emissoras regionais.