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sexta-feira e chove
And I say hey… I said hey what’s goin’ on
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Whats Going On [1993]
4 non blondes
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hoje tá com cara de sarau.
hoje tô com a mesma montanha de esperança de sempre.
tô com #teenagerfeelings.
beijos
.Tara McPherson em Porto Alegre.

Quinta-feira, dia 13, o Cabaret do Beco recebe a artista californiana Tara McPherson para uma mostra de gravuras. Ela, que hoje vive em New York, é conhecida como uma das ilustradoras pop da nova geração pelo trabalho colorido, espontâneo – e “multidisciplinar”, como é apresentada (Ser multi é cool. no caso das artes, então).
Tara vem também autografar o novo livro “Lost Constellations” (2009) – vol II -, e mostrar parte da obra – gravuras bem bonitas cujos temas centrais são as pessoas e suas formas de se relacionar. Acho que o trabalho dela tem cenas delicadas e fortes dessas relações; e, ao mesmo tempo, traduzem a vida “surreal” que ela repara por suas lentes de artista.
Também vão estar à venda papéis de carta, canecas, toys, o livro anterior de Tara: “LonelyHeart” (2006) e uma gravura produzida especialmente para a turnê Brasileira (que passa também por São Paulo, BH, Curitiba e Rio.)

Quem é Tara McPherson (“cortesia” do relise que eu recebi)
Tara exibe suas pinturas e serigrafias em galerias de arte pelo mundo inteiro. Já produziu posters para várias bandas de rock como Beck, Melvins, TheHives, DepecheMode, Green Day dentre outras, chegou a ser nomeada “thecrownprincessofposterart” pela revista ELLE.
Seu trabalho abrange também quadrinhos para a linha Vertigo da DC Comics, anúncios e editoriais para inúmeras marcas e revistas como Pepsi, Nike e a Spin Magazine e Toys para a KidRobot. Enquanto ainda cursava artes, chegou a trabalhar no estúdio de Matt Gröening na produção da série Futurama.
Ela é representada pela Galeria Jonathan LeVine de NY, a mesma que representa outros artistas do movimento Pop Surrealista contemporâneo como Mark Ryden, Gary BasemaneTimBiskup.
Mais de Tara: www.taramcpherson.com
Dia 13 de agosto – quinta-feira
Horário: 21h/Ingresso: R$15,00, no Cabaret do Beco
.nerd-chic II.
Eu já falei disso aqui e não me cansei deste visual, apesar dos Wayfarer (ou cópias, como a minha, comprada no Brick da Redenção) terem se massificado entre a galera. Numa versão opcional, eu também quero TANTO um óculos de armação PRETA como este aí (abaixo), modelo que a Tracyanne Campbell, da Camera Obscura está usando na capa do álbum “Underachievers Please Try Harder” (2004), o segundo da banda.

Acho chique.
.da série: pernas pra que te quero.

Em matéria de calçados, eu opto pelo conforto, e poderia andar sempre de tênis botinha e rasteiras. Sou do chão, né Lu? Quem me conhece, sabe.
Mas minha recente queda por saltos (tão femininos), fazem sandálias e saltos diferentes fisgarem minha atenção.
Até porque sempre gostei de qualquer sapato que fugisse do convencional: fosse em cor, material ou modelo.
Eis que há duas semanas eu #chorei! quando descobri a Lou Loux , aqui em Porto, uma marca de sapatos com uns pares preciosos e artesanais do designer Cristiano Bonzatto. Em tempo, né!
O nome faz juz porque sao um louLUXo mesmo.
Dá pra ver um pouquinho do trabalho aqui no site oficial e Fotolog, que não tá atualizado, mas as fotos aí já são uma amostra do trabalho exclusivo.
São bem diferentões, tem vários coloridos, com vários recortes e texturas, mas tem uns com saltos mega e clássicos – todos bem elegantes.
Os de salto vírgula tão lindos.


Tem uma loja na rua Ramiro Barcelos, 1535 e outra em Nova York.
Fino, hein?
# Outra loja que eu adoro e compraria TODOS os sapatos é a CORSO COMO (tem no Barra Shopping aqui e em São Paulo, nos Jardins) – é a marca que faz pra Isabela Giobbi – porque tem modelos de qualidade incrível, um design bem moderno e retrô ao tempo (parece aquela ideia que a gente tem de sapato de europeia – uma fofura -, com a ultra qualidade dos nossos) e nao é nada do que se vê por aí. GENTE, vai no site e olha a coleção. Tá de chorar e comprar tudo.
Não são baratos, não. Mas pra mim que já nasci com problema congênito nas pernas, sapatos de qualidade são prioridade sempre. E ainda mais lindos como estes, abaixo, que estão na #WISHLIST


.retalhos do frio.
Cebola, passeios em Porto Alegre e moda para o friozão, incluindo casaco de vison pra sair no centro são alguns dos assuntos dos retalhos de hoje. Oh:
## Dias de frio extremo como esta semana no Rio Grande do Sul, em que as temperaturas ultrapassam pouco os 10 graus (e até baixam a linha do zero) e com esta pandemia de gripe A pelo Brasil, exigem roupas muito quentinhas. Digo, bem grossas, de lã mesmo. Nada de “peças leves pra jogar uma jaquetinha em cima”, como sugere alguma tendência.
É tanto frio que dá vontade de jogar o estilo pro alto. É preciso usar mesmo muitas peças de roupas… A tal tese da cebola, que a Miuxapop defende (especialmente para aqueles dias com as 4 estações juntas), porque acabamos tirando algumas delas ao longo do dia.

E eu era a própria cebola com 5 camadas, na manhã deste sábado para ir até o centro, encarar o ar polar para um passeio a museus+shoppings com a família vinda de St Cruz do Sul.
* em cima: camiseta de manga curta + blusa de malha de gola alta + blusão decote V + casaco de lã + manta
* embaixo: 2 meias-calça+ saia+ bota (fora underwear, sure).
E é ao entrar nos lugares públicos fechados, que possuem ar-condicionado numa temperatura morna(!), que a gente começa a sentir desconforto e descascar algumas partes do figurino. O problema é ficar carregando isso…
## O pouco que andei no centro e nos shoppings nesse friozão, nos últimos dias, foi bom pra ver a moda (nas suas excentricidades) como ela é de fato, nas suas exigências – na sua necessidade primária, a proteção – e como as pessoas se adaptam, nas suas diferenças, não só de acordo com os gostos pessoais, mas valendo-se do guarda-roupa que já possuem, pensando justamente no bem-estar (em se proteger do frio e se aquecer).
#Apesar destes extremos de temperatura, a moda é (e deve ser), cada vez mais, o uso adequado das roupas para o bem-estar: pessoal e estético, como demonstram os exemplos de estilo e atitude na moda de rua das (fotos que tirei, abaixo), do morador de toca de lã bem quentinha e da senhora elegante de vison, próximos do Museu. CONFORTÁVEL PRA QUEM USA E PRA QUEM VÊ!
## Falando em Museus, quem não foi ainda, tem que ir no MARGS ver a exposição “ARTE NA FRANÇA” (vai até o dia 30 de agosto).
Além de ver tudo de lindo do Realismo e do Cubismo do lado de dentro (levando só 1kg de alimento não perecível) – como Les Demoiselles de Renoir (As meninas rosa e azul), pode ter a sorte de ver retalhos de rua ainda mais bonitos como o tranquilo senhor e a chiquérrima felpuda, ou até “As Meninas” de verdade (minhas fofas afilhadas Isadora e Valentina), que estavam comigo (mais fotos aqui)

## A exposição “Reflexio: Imagem contemporânea na França“, no Santantander Cultural, também em comemoração ao Ano da França no Brasil, tem belas fotografias e vale muito a visita (eu mesma já fui 3 vezes). “The Ongles” são minhas preferidas. Vai lá e me conta sobre estas aí. o
.retalhos inéditos.
pula pros 7min40s, e vai ver meu cabeção :)
Geeeeente, viva o You Tube!
Olha os vídeos que encontrei, de um ShOW do “Criança Esperança” (Globo-Unicef) que foi no Gigantinho (Porto Alegre), em 1992.
Naquele mesmo ano, eu tinha ido no show da Xuxa, no Rio, e sabe que este show aqui foi mil vezes mais lindo e mais emocionante. Acho que foi a vez que a Xuxa estava mais iluminada.
E eu nem lembrava dessas cenas inéditas minhas, em rede nacional, chorando e cantando as músicas. Eu fui, sim, uma legítima baixinha da Xuxa, de colecionar materiais e tudo (até esta fase, que considero os tempos áureos dela ainda). Acho que nem tinha como não ser, pela geração, e pela aparência.
Ah, e como foi bom tudo. Como é bom ser fã. Como é bom ser criança esperança. Como é bom saber que em 1992 eu fazia essas coisas.
#querer, sonhar, conseguir
“Lua de Cristal” e “Ilariê” – olha no 1min26a 1min28 (eu+chorô+caracteres doações) “Nós somos invencíveis, pode crer!”
e nos 4min05 a 09s (minha cabecinha loura bem na frente do video)
mantra
Il doce far niente.

fazer nadica de nada: gostinho doce. férias, verão, por que não?
Aula de graça com Ronaldo Fraga
Ronaldo Fraga é um artista autêntico da moda. E deu muito certo nos negócios, não podia ser diferente, porque estudou (buscava cursos gratuitos de desenho) – e estuda -, foi atrás, se preenche com conteúdo.
Pra ele, moda não se resume às roupas, mas ao entorno, a tudo e todos que se envolvem com elas. Vai das leituras pra definição do tema, ao “ritmo” das roupas na passarela, ao cotidiano e ao vídeo final que fica pra posteridade. Moda é também o contexto.
As coleções fazem sucesso por isso: carregam valor. São pitorescas, originais, têm história, emoção, profundidade. E a moda dele tem conteúdo porque ele também tem. Encara o trabalho (e a moda) como a seriedade que merece. No resultado (e nas fotos) dá pra ver, mas a fala reforçou isso. E não entende quem a vê de outra forma.
Ronaldo é taxativo: “nossa primeira escolha do dia – o ato da escolha da roupa - é um ato político”. E, também, assim, uma escolha de mídia. Falou assim mesmo.
Isso tem que ser entendido do ponto de vista de que moda é muito mais que vestimenta e acessórios, como ele mesmo destacou. E que são as roupas que a gente escolhe que ajudam a construir quem somos (nossas identidades) ou personalidade (lição sabida!)
E o que é ter identidade?
São nossas atividades serem condizentes com o que a gente come, com o jeito que a gente mora, com nossos amigos, com o nosso pensamento, com nosso jeito de ser, com os lugares que a gente freqüenta, com nosso trabalho e, claro, com as roupas que a gente usa.
Exatamente nestes aspectos que o Ronaldo Fraga pensa ao construir uma coleção – outra coisa tri-importante que ele falou -, especialmente as coleções temáticas, aquelas baseadas em um povo, um país, uma região… uma moda que tenha um fio condutor, que tenha identidade. Isso acaba aparecendo numa coleçao, como a da China (pra mim em todo o trabalho – nas 26! coleções que já produziu).
Nunca tinha ouvido ele falar, como na última sexta-feira, aqui em Porto Alegre, na Semana gaúcha de Propaganda. Foi uma aula de graça e aprendi um monte. Só tinha visto um desfile dele (Grande Sertões), na SPFW, em 2006 (o das fotos aqui abaixo). Agora deu pra ver como toda aquela belezura chega na passarela.
E, também, deu pra ver o abismo da moda que ele faz, para moda mais popular. Porque ele faz um trabalho mais conceitual, pelo menos na minha opinião (mas esta é outra discussão).
Outro ponto: Ronaldo veio pra falar pra publicitários, mas não costuma fazer anúncios (!!!) da sua grife (porque só o desfile já gera um monte de mídia espontânea), porém publicidade vai além hj. É também comunicar-se e ter uma imagem coerente, são mídias alternativas. E isso ele faz – e bem. E mantém com as clientes. Tem um site e um um blog lindo.
Esta é uma das forças na marca do Ronaldo – a identidade visual -, que tem a ver com a trajetória dele, com os temas que escolhe, com a história e a cultura do Brasil e até com com a imagem pessoal dele e os óculos pesados – que todo mundo adora.
Incrível também é que o conteúdo, as formas particulares e inusitadas (que não apenas para corpos magros e esbeltos, mas que se encaixam em uma estética outra) e a bricolagem que são a sua originalidade dão outra temporalidade à moda do Ronaldo, quer dizer, dão a ele um alcance maior que os desfiles comuns têm hoje. Dão outro tempo ao êfemero da moda.
A gente precisa aprender muito com os tops estilistas. Foi a nossa vez de ter aula gratuita com ele. Mas eu quero mais! o/
.porque eu endosso.
dias 30 e 31 (sábado e domingo), vem aí mais um:
mais informações: http://www.mixbazaar.com.br/
e no blog oficial do evento.
aparece lá.
Porto Alegre Street Style

Agora também estou no blog de street style de Poa. Yeah!
Adorei que a queridona da Helga me convidou (!!!).
E vamos movimentar o espaço com nossas câmeras em ação: botar no ar o estilo urbano da “gurizada”, junto com a Ju Senna.
Já pode acessar http://modaderuadeportoalegre.blogspot.com/
"a roupa que eles iam" – Exposição
Tem SPFW, deve vir novidade por aí, néam. pelo menos todo mundo espera que os desfiles apresentem propostas mais conceituais que o Fashion Rio.
mas é sempre a mesma coisa. sejam as novas coleções ou mesmo a street-style (moda de rua) são expressões (ou reflexos)
da sociedade naquele momento ou de alguma manifestação dela, seja uma atitude, um movimento social, mudanças, comportamentos etc. como a questão da música (rock, eletro, new rave etc), a cultura, as mudanças históricas (guerras, conflitos) etc.
Em Porto Alegre, a exposição (“Com Que Roupa Eu Vou? – Da década de 1900 à década de 1950. A indumentária como expressão das mudanças da sociedade”) mostra como foi esse processo na primeira metade do século XX.
Uma aula de graça! De história, de códigos sociais, de identidade.
Aproveita que vai até março.
Eu estive lá, e conto detalhes aqui na Confraria.
ONDE? Museu Júlio de Castilhos (Rua Duque de Caxias, 1205)
QUE HORAS? terças a sábados, das 10h às 18h, com entrada franca.
QUANDO? Até 6 de março.



























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