Be Happy?

abril 24, 2007 § Deixe um comentário


Nos últimos dias, o lançamento do livro “FELICIDADE”, de um norte-americano (com pressa não vou pesquisar), tem feito os brasileiros refletirem mais a respeito do tema. Digo “mais” que o normal, porque penso que nos mobiliza diariamente. A tal incessante busca pela qual andamos.
O livro, parece, é bastante esclarecedor na história da felicidade, e procura demonstrar que esse “estágio” não seria, ou não é, uma constante para ninguém. Hoje em dia, a sensação está atrelada ao consumo, ao prazer e ao bem-estar.
O mais engraçado de tudo é que eu tenho observado que para a maioria das pessoas, passa também (e principalmente!) pela aprovação dos outros (nem sempre por uma realização pessoal – lá do fundão!).
É a lógica das aparências arraigada culturalmente e nos nossos genes, creio eu, que ainda faz persistir a idéia de que bom mesmo é ter um bom emprego (atenção: emprego, não pode ser trabalho), um namorado/marido/esposa, uma vida social agitada e dezenas de pessoas por perto. Só assim estaremos completos.
Não importa se estamos insatisfeitos com um desses elementos ou se são superficiais. Nem sua vulnerabilidade que nos afeta, intimida, nos deixa tristes.

Ora, eu tento me proteger desse espírito “descartável” da cultura de hoje, dessa obrigação do ser feliz a qualquer custo, das ilusões mágicas veiculadas pelos próprios meios de comunicação (que conheço tão bem), das cobranças da família e conhecidos.
A vida, afinal, não é uma performance de sucesso o tempo todo, como cobram da gente. É evidente que sofremos revezes, temos problemas, desilusões, quedas, dores, mais e mais desafios. Ah… talvez mais que momentos felizes. Somos finitos, imperfeitos, mortais. Sou desafiada sempre, o tempo todo (o que me motiva até).
Claro que é bom ter um emprego. Maravilhoso estar apaixonada e isso ser recíproco e, mais ainda, ter família e amigos por perto.
Mas há outras formas de sobreviver e conviver.
De experimentar e não desistir. De acreditar.
De não ter medo de dizer sim ao coração.

Penso que a felicidade é um jeito de viver. Sorrisos conquistados.
É se conhecer para saber escolher.
É admitir e reconhecer quem nós somos e o que queremos apesar dos outros. E com os outros.
É o estar bem acompanhado de si próprio.
É ter o olho brilhando mais ainda por outro alguém; reconhecer nos amigos a família.
É não parar, sem correr. É andar e aprender.
Eu estou no caminho.
VEM JUNTO!

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