espírito-moda-rock pra comemorar

julho 14, 2007 § Deixe um comentário


Hoje é um dia especial. É o dia mundial do rock. […]” – um papo no msn.
Viva o rock.
Viva este estado de espírito.

Hoje com certeza, uma galera (com tudo o que esta palavra possa expressar) celebrou – e ainda está celebrando – em torno de um estilo vida, não apenas um gênero musical.
O rock mobilizou gerações já, inspira modos de viver, se comportar, vestir. E tocar. Segue tocando a gente também. E reunindo os grupos. Reúne guys and girls (the bad one and the good one as well).
A data – 13 de julho – não está ligada ao surgimento do rock (anos 1950), cuja história não delimita um marco específico (veja aqui), mas foi vinculado ao primeiro Live Aid, realizado por Bob Geldof (vocalista do Boomtown Rats) um dos maiores nomes do rock em 1985. O concerto reuniu grandes artistas da época pra angariar fundos no combate à fome e à miséria na Etiópia. Os resultados foram tão positivos que a iniciativa de Geldof resultou na escolha como Dia Mundial do Rock.

Quero saber mais e comemorar junto. Pelo encontro e pela atitude.
Rock é atitude total.
E esta atitude “roquenrol” sempre se expressou e tem muito a ver com o visual escolhido em cada época (ou por cada banda) pra marcar posição. Quase sempre uma postura de reação/revolta contra quase tudo. Através da música.
Isso também foi mudando ao longo dos anos, desde Elvis Presley.
Foi e continua indo para as passarelas e ruas. A moda rock continua latente e vai além de vestir-se de preto da cabeça aos pés, usar jeans justíssimos e calçar um All star surrado (e camisetas). Tem evoluído com o tempo (leia mais aqui).
Sim, porque o que era rock’n roll há cinqüenta anos se dividiu em uma dezena de vertentes e hoje alguns estilos só podem ser considerados rock por um critério simples: rock tem guitarra.

Há muito para se ler e ouvir (!) sobre. Especialmente no meu caso que cresci com ilariê e fui começar a prestar atenção no gênero só na adolescência, sem me interessar em grandes diferenciações – considerando que na época tudo me parecia só barulho.
Após conhecer alguns integrantes de grupos nacionais (Forgotten Boys e Skank), há pouco tempo, passei a prestar atenção em alguns detalhes e pude observar nas suas músicas claras referências a grandes bandas internacionais.

De qualquer forma, me parece que o rock’n’roll continua rejuvenescendo e sobrevive às músicas feitas em computador. Seja com grupos mais novos (Coldplay, The Strokes etc), releituras, dublagens, cópias escrachadas ou bandas de garagem.
Mais que isso, é (re)vivido por seus fãs.
Straight on!

Foto: Chuck Hipolito, da Forgotten Boys.

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