CONNECTIONS: abre a caixa de pandora

março 12, 2009 § 1 comentário

# CONNECTIONS 3: “Olha as mesmas figuras e vê o outro lado delas…” (Stuart Hall)
"A que futuro nos parecemos?"

Como conectar, então?
Ter sensibilidade pra saber que o consumidor tem nuances particulares já é um passo pra esta sincronia. Não usar modelos prontos também: o “enxoval” das mídias, como Mini comentou.
Quanto mais focarmos o olhar para estas pessoas (a maioria jovens) pra saber mais sobre os diferentes usos e apropriações de novos espaços e mídias (e isso até vem sendo feito), mais é possível se aproximar. Ali, atrás dos avatares, as pessoas são muito mais espontâneas.
Estamos falando de audiências estreitas, muito específicas, ricas pela sua complexidade, pois.
Tudo pode parecer muito óbvio, e é. Mas dizer o óbvio pode ser inovador e, neste sentido, também, algo importante.

# CONNECTIONS 4: ABRE A CAIXA DE PANDORA

Li uma analogia bárbara dia desses que dizia que chamar a atenção hoje é tão difícil quanto tentar conversar com alguém que usa fones de ouvido.
Por isso a ideia (e o conteúdo) tem que ser boa, o que nao quer dizer complicada. Talvez o ideal seja simplificar, fazer o mais simples, quando tudo está tão excessivo.
O importante é, pois, aquele algo que faça eu, vc e todo aquele mundo (do target, no mínimo) se identificar, conectar (bota palavra adequada nisso!).
Penso que tem a ver com um modo de fazer publicidade e jornalismo menos rígido, mais intimista e próximo de cada um.
As co-produções com o público já estão aí e dão muito certo. Trazer as pessoas pra fazer junto.
Sugestões deste tipo, EdgarMorin já dava nos anos 50. Falava das massas, mas serve também ainda hoje pra falar de audiências estreitas, porque continua a lidar com pessoas:
no que se refere a produtos ou conteúdos, as propostas têm que fazer a gente aspirar, se projetar ou simplesmente se inspirar. Mesmo que seja com meu vizinho da rede social.
A menos que eu esteja errada, ele quer/precisa sua atenção sim.

Possivelmente estou reiterando coisas pensadas, ditas e feitas.
Isto porque a dinamicidade particular da comunicação está mesmo num processo aberto e em andamento, no qual nao se pode determinar modos de fazer, com modelos e “best ways”.
É querer dar fórmula ao que não tem fórmula.

Então, se não temos as respostas, pelo menos temos as questões, que nos mantêm inquietos.
Por fim, uma mensagem, siga a geografia que seguir, conecta com o público quando ela souber dizer de uma forma simples:

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§ Uma Resposta para CONNECTIONS: abre a caixa de pandora

  • Karin Spezia disse:

    Ééé!! a comunicação (ou os meios de comunicações) aparecem depressa, nos dizem “me dê a sua mão”, e agente sem pensar duas vezes, vai. Quanto mais temos, mais queremos. E afinal, onde será que isso vai parar ?
    É, realmente acho que está bem perto de podermos comprar as coisas pela Geladeira viu, e seria mesmo maravilhoso!! aheuaheuhae
    Beeijo, Beijoo

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