bah, dizem por aí que não é novidade

março 21, 2012 § 1 comentário

Faz uma semana que viralizou a campanha “Coisas que Porto Alegre Fala“, com dois vídeos bem divertidos até agora, com situações de gaúchos, suas expressões, gírias e sotaques…
Pra quem ainda não conhece, também está no twitter @coisasqpoafala.

O gauchês, o porto-alegrês e todo dialeto particular é sempre, no mínimo, motivo de risada entre nativos. Né?!
E quando não é piada, é motivo de orgulho, claro…
Eu fico “louca de faceira” de me sentir parte do grupo.
Quem não?

Mas foi, antes, no início de fevereiro que eu conheci um projeto BEEMM parecido com esse, chamado CE QUE DISENT LES PARISIENS (“O que os parisienses dizem”), criado e divulgado pelo famoso site “My Little Paris” (que eu indico ler e assinar a Newsletter – ou pelo menos ver as coisas lindas). Olha só que graça!

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Tem também “O que os parisienses dizem no escritório“:

[A parte quando a guria marca depilação cavada completa é de “rir” alto”]

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Eu gosto muito, muito dos projetos… tanto o francês quanto o porto-alegrês.
Dá até impressão que é o inconsciente coletivo… com as mesmas ideias
fervilhando. Bien sûr…

Virou moda agora.
Capaz que não
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sua vida online

fevereiro 6, 2012 § Deixe um comentário

Untitled by hinerasky
Untitled, a photo by hinerasky on Flickr.

PONTO DE EXCLAMAÇÃO!!!

Muito atual. né.

bisous.

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Foto tirada por minha amada Cybershot na Bienal, em São Paulo, no dia 19 de novembro de 2010.

retalhos da pós-fashion-week

outubro 17, 2011 § 2 Comentários

Eu tenho muitas coisas para compartilhar aqui desde o final de setembro. Tive experiências incríveis, vivi momentos lindos, me superei no trabalho, fui a lugares e restaurantes ótimos, vi tanta informação e imagem, tanta novidade e também tanto mais-do-mesmo.
Mas as ideias, as emoções, as palavras e as coisas precisam de um tempo de maturação. E eu ainda preciso pensar sobre o que vem por aí…
Então eu resolvi escolher algumas PALAVRAS-CHAVE das últimas semanas. Os meus retalhos: street-fashion, ângulos, frio, seminários e reivindicação .

1) STREET-FASHION
A Paris Fashion Week (prêt-à-porter) Primavera-Verão 2012 foi especial porque fez uma semana de veranico e tempo bom (de 27 de setembro a 5 de outubro). Em termos de “street-fashion” (entra e sai de convidados), não posso fazer um balanço se foi melhor ou pior que as últimas edições, em termos de originalidade, moda etc. Mas posso dizer que há um público interessado (os fashionistas?) que participa à margem de tudo – são como os fãs nas portas dos shows. Mas que cumpre um papel.
Quantos aos outros fashionistas – convidados ou não –, vale dizer que eles se preparam para ir a cada desfile, como se fosse a um evento social do tipo baile ou casamento. Alguns são mais low-profile, claro. Mas ali se encontram os “posers” em looks pensados (elaborados), alguns extravagantes e outros até surreais (tipo fantasia). Oh:

2) ÂNGULOS
Existem muitos MODOS DE VER Paris: o ponto de vista turístico, o dos nativos, o dos fotógrafos profissionais, o dos fotojornalistas… Na capital da principal fashion week do mundo, as ruas e seus múltiplos enquadramentos são um lugar para “ver” e “ser visto”. E na porta dos desfiles os fotógrafos e blogueiros profissionais têm reclamado esse excesso de curiosos com uma câmera na mão ou a presença de blogueiros e “fotografantes” anônimos (em excesso). Pulverizou. O street-fashion está saturado.

Mas aí reside um ponto central da discussão, a meu ver. Existem muitos ângulos e pontos de vista sobre a moda de rua, ou da porta dos desfiles. Experts ou blogueiros podem apontar para onde a moda vai a partir de detalhes que se repetem entre esses looks, isso é verdade, sabemos.
No entanto, acho menos importante o quê as pessoas vestem, e mais fundamental AS RELAÇÕES QUE ESSA ESTÉTICA DO STREET-FASHION (quase sempre pouco convencional) PERMITE ESTABELECER. É um desejo de comunicar/interagir que acaba por se concretizar, seja nos parcos diálogos ali entre esse “repórteres”, ou nos blogs, mais tarde. Por isso que não é ruim todo esse povo ali na frente.Mas como falo em ângulos, esse é o meu. Um ponto de vista.

3) FRIO
O outono chegou de verdade e as temperaturas baixaram. Preciso comprar luvas.

4) SEMINÁRIOS
Minhas aulas começaram para valer. Tenho seminários toda semana. Encontrar o meu orientador, portanto, me faz lembrar que eu tenho que trabalhar na pesquisa. Significa: ter uma rotina de estudos mais séria. Mas como fazer isso sempre, sabendo que Paris está ali fora?

5) REIVINDICAÇÃO
Eu moro bem pertinho da Bastille, que é onde ocorrem todas as manifestações e reivindicações em Paris, seja pela paz mundial (como teve neste dia 15 de outubro – foi no mundo todo), seja por empregos e melhores salários ou contra o Sarkozy, como na semana passada (foto). A França, e Paris também, está passando por dificuldades (vocês talvez saibam melhor). A Europa em geral não vai bem em termos financeiros…

Alors, a palavra “reivindicação” é chave para mim, porque ela solicita AÇÃO. Do outro, mas penso que, principalmente, de nós mesmos. Acho que às vezes a gente reclama demais, espera demais dos outros, reivindica demais, mas age pouco. Esta semana e hoje em especial, eu olhei para dentro de mim e pensei: O QUE EU ESTOU FAZENDO POR MIM? Segue a luta!

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Espero que gostem das fotos da fashion-week, gente. Estou começando a postar as fotos no Flickr.

A última imagem é deste menino, na porta do desfile da Louis Vuitton, que estava com a mãe, aparentemente alheio ao mundo da moda lendo seu livrinho, mas por sua vez totalmente imerso (Quando eu olhei de longe, juro que não acreditei. Me deu vontade de conversar com ele).

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AGORA ME DIZ, É POSSÍVEL FICAR ALHEIO À MODA?
NÃO AQUI em Paris!

Je vous embrasse,
Dani @hinerasky

Bill, o mais importante no mundo

outubro 11, 2011 § 5 Comentários

“Please, he’s the most important person on Earth”.

Esta é a frase que um dos organizadores de um desfile em Paris fala a uma colega desavisada, sobre Bill Cunningham, ao não deixá-lo entrar quando ele se apresentava na porta.
Ora, quem não conhece o trabalho e a figura do fotógrafo, jornalista, antropólogo e, por que não dizer?, “pintor de costumes” vá até o Google, ao The New York Times, na coluna On the Street ou assista ao filme Bill Cunningham – New York, dirigido por Richard Press.

É um aprendizado. E emociona…

Com suas bicicletas e Nikons, Bill deu origem ao street-style de verdade… não em formato de blogs (como estes últimos da era 2000), mas um genuíno olhar para as ruas (desde os anos 70′), as pessoas e suas roupas – é isso que interessa, ele diz no documentário! (“não as celebridades e seus vestidos de graça”), como na frase:
– “Olhe para as os cortes, os novos cortes, as cores, as linhas. Isso é tudo!”

E ele também dá a receita do que faz todos os dias, se divertindo. Um trabalho que chega ser mais importante que as próprias semanas de moda… porque ele enxerga, fotografa, avalia e resume detalhes da moda. As tendências (por isso a pessoa mais importante na Terra!).
O que lhe chama atenção. O que lhe é belo.
A BELEZA DAS CIRCUNSTÂNCIAS.

Um salve, Bill.

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Meu momento über fã de Bill, no útlimo dia da Semana de Moda Verão 2012, dia 05/10, em Paris.

Eu, Bill e nossas Nikons por Luis Felipe Salles Filho.

todo mundo está…

outubro 4, 2011 § 1 comentário

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[faminto por atenção.]

Resume o momento e a geração.

Je vous embrasse,
Dani.

madrinhando

junho 13, 2011 § Deixe um comentário

Ser madrinha parece ser vocação, tipo ser mãe, médica ou enfermeira.
No meu caso parece muito, já que tenho 7 (SETE!) afilhados e já fui testemunha de 4 casamentos. A primeira vez que batizei um bebê foi a Luciane (que hoje tem 16 anos), quando eu tinha só 16 anos. Mais tarde veio a Maiara, depois a Valentina, o Murilo, o Pedro Henrique, o Eduardo e a Annita.
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Crianças e casórios – Ao invés de abençoar, me sinto abençoada. Feliz por saber que tantas pessoas queridas me querem próximas delas ou que confiam em mim. Porque todo mundo sabe a responsabilidade que é e também a expectativa que se tem dos “dindos(as)”.
É difícil equilibrar esse espaço entre ser legal e exigente, entre ser participativo e ausente tanto com os casais amigos quanto com as crianças.

“Madrinhar” é dar presentes, sim, e é estar presente e, também, é se cobrar por não fazer isso o quanto gostaria. Fato. E assim é com os ‘cumpadres’. Até onde vai meu compromisso de comadre depois que fui linda e loura pro altar e me diverti na festa da minha amiga também linda e loura Isa Kalsing, com o Luciano S. Mendes?

Este ano eu tive a irresistível e super alto-astral missão de madrinhar o casamento deles. Foi uma soirée das mais divertidas e charmosas que eu fui. Ainda que tenha sido num momento bem ocupado da minha vida (avant Paris), acho que acompanhei uma parte dos preparativos do casamento, como toda madrinha deveria:
conversar com a noiva, oferecer ajuda, cuidar do Chá de Panela, acompanhar o ensaio e seguir os pedidos da noiva, como por exemplo, usar vestido longo (para acompanhá-la) e, evitar algumas cores.

Preto – usar ou não?

O “dress-code” aponta que o preto, por exemplo, não é indicado para madrinhas, considerando a intensidade, a “energia”, da cor.
Parte do vestido (o busto) que usei era preto e bem apropriado para a ocasião, apesar disso. Vale lembrar, neste caso, que roupa não é descartável e que em geral vale o bom-senso. Tanto por parte da madrinha-convidada, quanto por parte da noiva.

Na festaVoilá, meu papel de madrinhar seguiu pela noite, “iphonando” alguns detalhes da festa, via Twitter, Facebook, Flickr, Instagram e outras redes sociais – afinal, sempre é bom dividir o amor – soprando bolhinhas de sabão na hora da valsa, fotografando oficialmente, fazendo pose pra pegar o buquê (porque eu jamais pegaria, alias, eu fujo do buquê)… E, a melhor parte, me divertindo muito, porque é claro, madrinhar exige bom humor e muitas boas energias.


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Fotos casamento: por André Takeda

busque uma rede de notícias

março 1, 2011 § Deixe um comentário

Você acha que existem redes sociais demais? Que é muita informação na internet? Ainda acha o facebook confuso e detesta o twitter… ouqueria só acompanhar as últimas notícias de uma forma facilitada?
Pode ser que seus problemas acabaram…
Assim como existem redes temáticas pra atender diferentes perfis e seus interesses comuns (literatura, música, moda, …) há pouco tempo eu descobri o Busk, que me pareceu ser uma forma da organização dos últimos conteúdos online.
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O Busk é uma rede social voltada exclusivamente para notícias, sobre os mais variados assuntos. Qualquer assunto. Ao colocar um tema no espaço de busca, o sistema reúne as notícias mais recentes a respeito, dos principais veículos do mundo.
É praticamente um “Google” das notícias, mas com o “plus” de poder compartilhar os artigos e matérias favoritas com seus conhecidos e amigos e ainda seguir as leituras selecionadas pelos amigos. E dá também pra comentar as matérias.
Achei excelente!

O vídeo explica direitinho todas as possibilidades e como usar em detalhes:

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http://busk.com/hinerasky/

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