A Ida Maria me lembra a infância

janeiro 3, 2011 § 2 Comentários

Foi a Alana quem me fez descobrir o clip bonito aí de baixo (cuja música tem uma letra perfeita e o vídeo…. ah… uma fotografia lin-da! Tem horas que parece o interior de Faxinal!)


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How come I’m so afraid of people,
most people are quite nice people.
How come I’m so in love with people,
most people are quite stupid people.

Maybe I’m afraid someone will see right through me,
‘cause I see right through you.
Maybe I’m afraid someone will see right through me,
‘cause I see right through you.

You’re just as terrified as I am.
Terrified that someone will confirm that you suck,
Terrified that someone will tell someone that you’re just a waste of time,
Terrified that someone will tell someone that you’re not worth the dirt under your shoes…

Maybe I’m afraid someone will se right through me,
‘cause I see right through you…

You can be my friend and we can pretend,
We can point fingers and we can offend.

Oh oh oh maybe I’m afraid someone will see right through me,
‘cause I see right through you.
Maybe I’m afraid someone will see right through me,
‘cause I see right through you…

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Ida Maria é a cantora de “Quite Nice People” e de outras músicas deliciosas dela, que fazem muito valer a pena ir no seu Myspace, ela que é uma jovem norueguesa e pareceu ser bem divertida também: eu ri com “I Like You So Much Better When You`re Naked” e mais ainda com o vídeo da música “Whatever” :D

Baixei. Ouvindo até enjoar agora…
beijones!

o que tocava no seu 2-em-1?

julho 22, 2010 § 4 Comentários

Tava pensando nas músicas que eu ouvia na minha puberdade (que palavra bonita). Quero dizer, quando não era mais só a Xuxa que me interessava, e lembrei do Polegar, Menudo, Dominó, New Kids on the block, Rosa Tatuada
Por isso tenho minhas dúvidas se o fashionista Fiuk de hoje dá conta do que representaram essas bandas (e seus integrantes) no imaginário teen, em particular no final dos anos 80, com os hits “Da Pra Mim” e “Ela Não Liga” (ambas do Polegar), “Com Todos Menos Comigo” (Dominó).
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Eu sei que tem várias bandas (de colírios) jovens de sucesso. E talvez uma das grandes diferenças é que hoje, em função da web, cada um de nós tem várias opções para se identificar, escolher e até descobrir uma delas em trocentos sites e blogs e redes sociais, mesmo sendo um dos poucos ouvintes.

É também por causa da Internet que eu posso fazer este post, mostrar os vídeos do final dos anos 80 e início dos 90′ e comentar com vocês que aqueles looks de camisa fechada no colarinho e calças jeans baggy comportadinhas, os cortes de cabelo xitãozinho e as coreografias das músicas, fizeram o início da minha adolescência.

Lembrando sempre que é preciso saber de onde viemos para saber para aonde estamos indo.

Então taí. São imperdíveis os clips. Não se reprima e assite (mas não postei Menudos). Para quem conhece e para quem nunca ouviu falar. Com participação do sempre polêmico e drogadito ídolo Rafael. :)


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Essa é uma fase anterior a eu ter walkman, pois eu fui ter meu primeiro com 13 anos. Mas eu tinha um 2 em 1 que era uma nave pra Faxinal do Soturno.
E tu, ouvia/ouve o quê no toca-fitas, 2-em-1, micro-system, iPod?
beijones,
Dani.

sentimentalismo no “repeat”

fevereiro 6, 2009 § 1 comentário

She&Him – Why Do You Let Me Stay Here?

She&Him é uma banda indie pop estado-unidense com músicas fofas – para um sentimental heart– e clips bacaninhas, cheios de animações, inspirações femininas para as gurias, com referências country e ladylike. Sem contar que SHE is biiiiutiful.
Sentimentalismo no repeat, né Alana, que foi quem me apresentou.

.Blush.

dezembro 14, 2008 § 2 Comentários

Blush, The Raveonettes

Blush sempre! no volume alto; ou nas bochechas, pra animar o carão. ;) Gosta?

"Engenheiros do Hawaí já basta um!"

julho 10, 2008 § 1 comentário


Na semana do Dia Mundial do Rock (dia 13), o PORÃO do Beco fez uma programação (aqui) tudibom, que vai até o domingo. É o GIG ROCK. O mais bacana é que a agenda não se limita às festas com show de bandas (conhecidas e outras nem tanto e tb dá espaço pras novas), porque promove também o GIGRockDebate e o Rock ‘N’ Talk.
no sábado passado, dia 05, fui com uma amiga ao GIGDebate – “Comprei uma guitarra. O que eu faço agora?”, no qual o jornalista Marcelo Ferla mediou um papo muito interessante com uma galera especial du rock (Pablo Miyazawa, editor da revistaRolling Stone), Lelê Bortholacci (empresário e produtor, da LB Produtora) e o Jimi Joe (hoje na Unisinos FM, mas que é também rockeiro e que já trabalhou até no Estadão escrevendo sobre o música). O Mini, da Walverdes, não pode ir, justificou, e vai neste sábado agora.
Confesso que fui como uma curiosa do jornalismo musical e saí de lá faceira pq aprendi muito.

O que eu faço agora? ou melhor, o que eu devo fazer sempre!
Os insights e as falas de cada um no tal debate (visões diferentes, inclusive) foram aulas de jornalismo e foco em carreira (não só musical), sobre alternativas independentes, sobre a visão que se tem da cena gaúcha etc etc etc.

O que mesmo?

– sobre a guitarra, escolha sempre a de melhor qualidade (as importadas são normalmente as melhores), pra que isso se reflita no resultado do som. normalmente isso é levado em conta por produtores, produtoras, radialistas e tal. Pra não doer o ouvido -, é o que destacou o experiente Jimi Joe.
– o produtor da Fresno, Lelê, por outro lado, não está nenhum pouco interessado na qualidade do material; mas na (auto)repercussão do grupo/banda, cantor, na capacidade que a mesma tem de se publicizar hj com os recursos possíveis hj na internet, por exemplo, e nos festivais independentes. Quer dizer, as novas mídias (redes sociais – Myspace, orkut etc, neste caso) permitem que uma banda se projete e conquiste fãs e seguidores. e é este fenômeno que um produtor vai observar, a exemplo da Fresno, Malu Magalhães etc.
– Pablo, da Rolling Stones, deixou claro que o RS não se destaca por “rock gaúcho” algum. não há regionalismos no rock brasileiro, nenhuma diferenciação, sequer artista que se apresente desta forma.
o que ocorre aqui, na verdade, e que não foi comentado, digo eu: não é que exista um “rock gaúcho”, é o RS que é um estado cuja identidade musical passa pelo rock (além da música tradicionalista – e não pela música sertaneja como São Paulo, por ex). seja o gosto pelo rock “desterritorializado” ou o rock feito aqui.
neste caso, o que se evidencia é o bairrismo do gaúcho, que leva a uma pergunta como a do Ferla.

– entre as coisas mais interessantes – e óbvias, porém – , foi o conselho de todos da mesa: ser autênticos na sua música (e aí que me remeteu ao jornalismo). “Não adianta querer copiar. Engenheiros do Hawaí já basta um!” – larga Jimi Joe.
e aí seja Engenheiros, Beatles ou qualquer outra banda.
isto está ligado a várias questões: na criatividade, no talento, no trabalho duro de produção, nos estilos, em acertar nas escolhas etc e, tb, ao próprio ciclo da produção musical (e da comunicação) hj. pq até tu copiar alguém bem, tu já é tão “last week”. então tem que ser original.

Quem está começando hj, até conseguir ser bom e engrenar, precisa ter e seguir um foco – uma proposta -, encontrar estilo e um diferencial.
Copiar não tem jeito. Ferla foi enfático quanto a isso.
Isso me fez (re)pensar muito o meu blog tb e confirmar pq eu (ainda) escrevo pouco aqui. e mais: p q não escrevo mais sobre semanas de moda e dress-code e tals, apesar das pessoas pedirem.
Primeiro, porque já tem muita gente que faz isso no resto do Brasil, e bem! (e estando em são paulo e no rio) segundo, pq no meu blog, eu trago pitacos sobre tendências, moda, comunicação e comportamento. minhas interações com assuntos destes universos. enfim, tudo o que realmente me comove nesse mundoo hj.
porém, talvez não tenha realmente engrenado, por não ter achado um (o meu) diferencial.
a falta de tempo, claro, não me faz dar conta de nada disso, mas tenho certeza que se eu tivesse mais clareza sobre meu foco e meu diferencial aqui (linha editorial) e até o público pra quem eu falo, tudo seria mais fácil e os posts fluiriam.
é hora de engrenar, pq esse tanto de visitas que eu tenho tá me deixando teeeeeensa. eu prometo melhorar. =)

ah:
a) não comprei a guitarra, mas o violão tá na lista de espera.
b) tem GIGRockDebate, no sábado, dia 12, às 17h (olha quanta gente bacana + Mini que faltou no último sábado)
– Fabrício Nobre (Abrafin-Monstro Discos-MQN)
– Tiago Carandina (MySpace)
– Roger Lerina (Zero Hora)
– Iuri Freiberger (Tom Bloch-Curador do Gig Rock)

c) e Rock ‘N’ Talk no domingo, dia 13, tb às 17h, discutindo os Caminhos Alternativos pra produção musical. mega bate-papo com mediação do Frank Jorge.
para os 2, tem que levar um kg de alimento não-perecível.

Cansei de ser sexy

janeiro 14, 2008 § Deixe um comentário

Cansei de Ser Sexy, download do myspace deles


Vivienne – foto puxada do site da Stones

Abaixo a vulgaridade.
A moda esta cada vez mais feminina, ladylike.
As vontades de inverno (leia o que aponta Glória Kalil) indicam silhuetas mais ajustadas, contornos sutis, comprimentos elegantes. As coisas de novo no lugar. Isso não quer dizer falta de atitude, de cor ou de detalhe. Mas até o excesso tem de ser equilibrado.
A (micro)tendência da roupa-lingerie, trazidas por Marc Jacobs, Dior e Louis Vitton (confirmadíssimo!), ora aparecendo, ora fazendo às vezes de blusas e vestidos mesmo – tão feminino né! – tem seus momentos e restrições.
Está bem claro no artigo da toda-poderosa Constanza Pascolato, na Vogue: “é uma moda íntima retrô, lânguida, distante anos-luz da parafernália sex shop da atualidade. […] Trata-se de um novo romantismo. Elegante, liberado do clichê mulher-objeto de ontem e também do da supermulher artificialmente transfigurada, tão popular hoje em dia”, completa Constanza.
(Benzadeus: sexy em excesso é over. Mas isso todo mundo, sabe, né? – glub!)
É uma atitude romântica!

Aliás, atitude é o que não falta à estilista inglesa Vivienne Westwood (aquela que transformou o punk em bandeira da contracultura nos 70’) e ao grupo brasileiro Cansei de Ser Sexy (CCS), que com apenas um disco independente lançado, ficou hiper conhecido no exterior e está em turnê internacional desde 2006.

E o que ambos têm em comum além de uma certa postura rocker?
A estilista escolheu a banda para tocar no lançamento de seu último perfume Let It Rockporque a garotada aqui [Londres] disse que eles eram legais“.
É, Vivenne tá ligada, os inglesinhos são super fãs do Cansei. Febre total, tanto que a vocalista Luiza Lovefoxxx estampou a capa da edição do semanário britânico “NME” (New Musical Express), em junho do ano passado (leia aqui). Foi a primeira vez que a banda ganhou capa de uma edição do “NME”, considerado a “bíblia” do rock contemporâneo.

A estilista de 66 anos, que aterrissa no Brasil pra edição 2008 da SPFW, falou pra Rolling Stones, numa entrevista bem bacana “Elogio à Polêmica“, por Ademir Correa. Ali fica evidente que ela mantém uma postura crítica do mundo e uma visão sócio-política particular, agora renovada. “Hoje tudo é ditado pela manufatura de massa e pela publicidade“, alfineta, levantando um manifesto que defende que apenas com a cultura que se pode mudar o mundo. Pra isso, lançou o manifesto “Active Resistance of Propaganda” (www.activeresistance.co.uk), desafiando o conceito de superficial, de propaganda/tendências, de “pseudocultura”, terrorismo.

Mas quem banca tudo mesmo? E onde o CCS se encaixa mesmo na moda dela?
É atitude rock, é cultura ou é só mais uma tendencinha ou febre?
Tudo isso seria contradição?
Voilà!

BAND ON THE RUN

dezembro 5, 2007 § 3 Comentários





Show em comemoração aos 4o anos do álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, em SANTA MARIA DA BOCA DO MONTE/RS (onde ela trabalha).


Ponto alto do SHOW: Não houve atrasos.
Ponto baixo do show: a chuva torrencial ao sair do táxi até chegar a porta (porém, o lugar era ótimo: Theatro Treze de Maio).

Melhor do show: o álbum inteiro, néam (o Guilherme Zanini foi o orgulho da profe). Mas a orquestra A-R-R-A-S-O-U. Emoção com os violinos!
Pior do show: Só assisti e ouvi coisa boa. Sem palavras para o álbum e o som.

Melhor junção-rock-orquestra-muito-muito-cute: Band on the run (a banda)

A FORMAÇÃO da BANDA
Lauro Vinícius – piano, baixo e vocais
Marcos Araújo – guitarra, violão e vocais
Renato Molina – vocais
Guilherme Zanini – guitarra
Gilson Santos – bateria e percussão
Saulo Silva – teclados e baixo

Memorável: a ótima companhia das gurias

Fotos: Estela Fonseca

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