madrinhando

junho 13, 2011 § Deixe um comentário

Ser madrinha parece ser vocação, tipo ser mãe, médica ou enfermeira.
No meu caso parece muito, já que tenho 7 (SETE!) afilhados e já fui testemunha de 4 casamentos. A primeira vez que batizei um bebê foi a Luciane (que hoje tem 16 anos), quando eu tinha só 16 anos. Mais tarde veio a Maiara, depois a Valentina, o Murilo, o Pedro Henrique, o Eduardo e a Annita.
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Crianças e casórios – Ao invés de abençoar, me sinto abençoada. Feliz por saber que tantas pessoas queridas me querem próximas delas ou que confiam em mim. Porque todo mundo sabe a responsabilidade que é e também a expectativa que se tem dos “dindos(as)”.
É difícil equilibrar esse espaço entre ser legal e exigente, entre ser participativo e ausente tanto com os casais amigos quanto com as crianças.

“Madrinhar” é dar presentes, sim, e é estar presente e, também, é se cobrar por não fazer isso o quanto gostaria. Fato. E assim é com os ‘cumpadres’. Até onde vai meu compromisso de comadre depois que fui linda e loura pro altar e me diverti na festa da minha amiga também linda e loura Isa Kalsing, com o Luciano S. Mendes?

Este ano eu tive a irresistível e super alto-astral missão de madrinhar o casamento deles. Foi uma soirée das mais divertidas e charmosas que eu fui. Ainda que tenha sido num momento bem ocupado da minha vida (avant Paris), acho que acompanhei uma parte dos preparativos do casamento, como toda madrinha deveria:
conversar com a noiva, oferecer ajuda, cuidar do Chá de Panela, acompanhar o ensaio e seguir os pedidos da noiva, como por exemplo, usar vestido longo (para acompanhá-la) e, evitar algumas cores.

Preto – usar ou não?

O “dress-code” aponta que o preto, por exemplo, não é indicado para madrinhas, considerando a intensidade, a “energia”, da cor.
Parte do vestido (o busto) que usei era preto e bem apropriado para a ocasião, apesar disso. Vale lembrar, neste caso, que roupa não é descartável e que em geral vale o bom-senso. Tanto por parte da madrinha-convidada, quanto por parte da noiva.

Na festaVoilá, meu papel de madrinhar seguiu pela noite, “iphonando” alguns detalhes da festa, via Twitter, Facebook, Flickr, Instagram e outras redes sociais – afinal, sempre é bom dividir o amor – soprando bolhinhas de sabão na hora da valsa, fotografando oficialmente, fazendo pose pra pegar o buquê (porque eu jamais pegaria, alias, eu fujo do buquê)… E, a melhor parte, me divertindo muito, porque é claro, madrinhar exige bom humor e muitas boas energias.


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Fotos casamento: por André Takeda

busque uma rede de notícias

março 1, 2011 § Deixe um comentário

Você acha que existem redes sociais demais? Que é muita informação na internet? Ainda acha o facebook confuso e detesta o twitter… ouqueria só acompanhar as últimas notícias de uma forma facilitada?
Pode ser que seus problemas acabaram…
Assim como existem redes temáticas pra atender diferentes perfis e seus interesses comuns (literatura, música, moda, …) há pouco tempo eu descobri o Busk, que me pareceu ser uma forma da organização dos últimos conteúdos online.
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O Busk é uma rede social voltada exclusivamente para notícias, sobre os mais variados assuntos. Qualquer assunto. Ao colocar um tema no espaço de busca, o sistema reúne as notícias mais recentes a respeito, dos principais veículos do mundo.
É praticamente um “Google” das notícias, mas com o “plus” de poder compartilhar os artigos e matérias favoritas com seus conhecidos e amigos e ainda seguir as leituras selecionadas pelos amigos. E dá também pra comentar as matérias.
Achei excelente!

O vídeo explica direitinho todas as possibilidades e como usar em detalhes:

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http://busk.com/hinerasky/

hashtags virando músicas

julho 30, 2010 § Deixe um comentário


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A música #YoConfieso é toda feita com base em mensagens de usuários de Twitter, selecionadas pelo músico espanhol Juan Zelada, unidas pela hahtag #yoconfieso.
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gênio.

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vi aqui

conectar(se) dá trabalho. muito.

outubro 13, 2009 § 7 Comentários

3463289462_29bd918bac_o Nunca parei tanto pra pensar em comunicação (ou na falta de) quanto ultimamente. A minha geração, que já é filhote da rede mundial, é uma das que menos se comunica – digo, que se comunica pior – apesar de tantos espaços para isso (a gente sabe que as conversações ocorrem e os encontros existem). Comunicar, aqui, estou falando em interagir, e, ao fazer isso, ser compreendido e/ou correspondido, né.

Não é UM problema, apenas, na minha opinião. São vários.

Isso tem a ver não só com as idiossincrasias das tecnologias digitais e das redes, mas também com o nosso jeito de dizer, com a (falta de) clareza. Com as palavras que a gente escolhe, penso cá.

Quem está do outro lado nao tem como adivinhar nossa empolgação, tristeza ou desmotivação; se um simples “Sim” é só um sim mesmo. Ou o que a gente tá pensando junto com este sim (os poréns ou se é um “mais ou menos”). Se um “não” de resposta implica uma carga de desapontamento, conformismo ou whatever.
Ou se um “Pode ser”, “Tudo bem, ok, fulaninho” não está carregado de um: “Não pensa que eu aguento isso“; ou “Quero me avançar em você”.

E se você puxa assunto com alguém numa destas plataformas e a pessoa não responde? Ela pode não estar no computador, ou pode estar ocupada, né? Ou tantas coisas. Mas você acredita nisso?

Supostas piadas ou intenções também nem sempre têm sucesso, né gente.

E no quesito afeto e coisas do coração? Ixi. Fudeu. Aí é que estas coisas se agravam. Porque mesmo com as webcams, não tem como tocar, nem ouvir o tom da voz e a respiração da mesma forma que ao vivo.

Ô coisinha complicada. Justamente porque estamos falando de pessoas.

PIOR. O que eu sinto é que tudo isso vem agravando cada vez mais nossos jeitos de interagir principalmente nas nossas relações em grupo, no dia-a-dia e não só na internet. Pode ser que gente esteja conversando menos e não falando tudo que gostaria pras pessoas. Sendo mais monossilábico até.

Claro que tem isso de ser mais fácil e confortável dizer as coisas escrevendo, por e-mail, ou nestas quickmessages, “escondida” na tela de cá, do que no cara-a-cara. Mas é bem por isso que eu às vezes me sinto emburrecendo, sem iniciativa para dizer coisas tão simples, mas fundamentais para as pessoas com quem me relaciono, a qualquer hora. Em casa, num café, no trabalho, na hora do almoço.

Muita gente dizendo coisas, vidas explícitas, mas pouca clareza no eu-e-você. Ruído. Delay.
Daí que tem gente que se trumbica. No virtual e no real.
E não tô dizendo que é culpa da rede, veja bem.
Acho que a rede mundial facilita muito os acessos das pessoas e às pessoas (sou uma otimista). Facilita as conexões. Facilita as relações, sim. Mas não os laços fortes, os vínculos de fato.
Aí a gente fala coisas. Não se entende. And… straight on.
Vamos em frente, porque é mais fácil fazer novos amigos do que fortalecer as relações que já temos.

E é aqui que eu concordo com o sociólogo Zygmunt Bauman. Porque com a mesma facilidade que a gente conecta, a gente se desconecta, né. Esta é a lógica – legítima – das redes, que não obriga o engajamento e o compromisso: “momentos em que se está em contato, intercalados por períodos de movimentação A ESMO”, explica Bauman. Conexões estabelecidas e cortadas POR ESCOLHA. Aqui está a fragilidade das relações, né.

Embora neste ponto já entremos num tema nodoso, o dos relacionamentos, (que claro, também perpassam as interações), penso que isso justifica muito da ansiedade do que a gente vive e até do medo de se expor (ou não né?).

Talvez nem falte dizer. Falta fazer acontecer neste mundo.
Fora daqui.
Porque comunicação é ação, né, nerds?
Aquele abraço!

retalhos do final de semana

outubro 10, 2009 § 9 Comentários

1. Eu sou da época do Atari. E este ano, estava inclinada a comprar um videogame “milesima” geração. Meu amigo @andrepase, porém, me situou: “Como tu vai produzir a tese?”. :/

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Mas AGORA, depois que li a notícia aqui e aqui de que o fashionworld tá inspirando os videogames; ah, vou estar querendo, né?
Gente, o reality show “Project Runway” vai ser um jogo de Nintendo Wii, lançado ano que vem já. E os jogadores vão poder desenhar e também desfilar com as produções. Que lindo, né? Parece que vai ter até Heidi Klum e tudo como personagem. #wannabe

2. Se aqui no Brasil a febre é Melissa, na Italia, são os reloginhos-pulseira de silicone plastic-chis. São super leves, em 19 cores e em 3 tamanhos, mas esses fininhos aí são os the best. A galera tem usado várioss, de cores diferentes, fazendo um pulseirão. Como são vendidos em uma embalagem com 2 (a 17 euros), dá pra trocar com a amiga, ou fazer volume rapidinho.
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Quem me contou foi minha amiga Taís (este aí da foto, que tá na minha mão, é dela e veio direto de lá). Eu achei super fofo e a cara do verão.
Tem tudo aqui no site: http://www.plastichic.net/

3. Parem um minutinho pra ouvir comigo ‘Lunar Sea’ by Camera Obscura @imeem Tá no repeat há mais de um mês. Gosto de todas deles. Mas a combinação da letra de melodia desta is sooo sweet. Para o final de semana.

4. Desculpa, mas eu nasci pra ser embaixatriz da Chanel. Alguém avisa?
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Fora os tamancos de madeira (horrorosos) desta última coleção. Mas deve haver uma justificativa (que agora eu não vou buscar). Porém, AMEI o estilo “rústico-chic”.
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5. Muitas fotosde PÉS depois, minha SÉRIE de fotos do Flickr: “pernas pra que te quero” virou o GRUPO every girl goes through a photography phase #inspiração do Lost in Translation

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Tem fotos dos teus pés, sapatinhos, tênis e tal? Participa então!

6. Que coisa isso que todo mundo trabalha muito e não tem tempo, sabe… Pra quase nada. Pois é… A vida é dura e o tempo cura; dizem os experientes. O amor é líquido; dizem os sociólogos. (Zygmunt Bauman, conhece? Se não conhece, deves ler. Uns acham picareta, outros amam. Tire suas próprias conclusões).
Por enquanto eu digo que tudo é válido e que estou aprendendo as coisas. Porém, que ainda tenho que aprender quase tudo.

Beijo e bom feriadão. Aproveita (o tempo livre) que tá fazendo dias lindos (aqui em Porto Alegre, ao menos) e faz uns passeios delícia como estes.

.(in)vestindo novos retalhos.

julho 11, 2009 § 4 Comentários

campanha Praxis - Linha Use

Eu não apareci muito por aqui este semestre. Por razões bem óbvias: tenho trabalhado muito mais do que poderia imaginar. Além da Unifra, junto com o Doutorado, assumi outro trabalho – a consultoria da Praxis Active Sports, fábrica de moda esportiva (dia 30, apresento o site novo) – e aí, no final do dia, o cansaço vence as ideias que fervilham.

Sim[1], também concordo que poderia me organizar melhor.
Sim[2], também é verdade que é bem mais fácil tu me encontrar no Twitter porque agilizou minha desova (e troca) de ideias, desabafos, pensamentos, referências interessantes (e fofas) que eu quero compartilhar (ainda que eu pouco tenha ‘passado os olhos’ por meus sites e blogs preferidos).
I mean: o Twitter é bem mais eficiente pra tocar ‘infos’ do que um blog.
Se não é pra produzir alguma discussão ou conteúdo, pra que um post [penso]?

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Adoraria ter contado sobre minha parceria com a Agência Sinapse + a experiência na Praxis (desde abril), na direção do catálogo da campanha e no planejamento da coleção e todo o resto do trabalho. Esta foi uma semana muito importante, porque na quinta-feira, dia 09, foi o lançamento oficial da “Coleção Verão 2010”, com a Convenção para a equipe e os representantes (onde tive minha participação, abaixo).

Lançamento Coleção Verão 2010 Praxis

E sobre como (in)vesti no estudo não só do produto, mas do mercado, o que vai além da pesquisa de tendências, para pensar o ‘chão de fábrica’, as estratégias de comunicação, de vendas…

Poderia ter comentado sobre minhas pesquisas acadêmicas sobre moda, cujos resultados apresentamos no Intercom Sul, em Blumenau (os artigos “A notícia de moda em weblog e website: discussões a partir da Oficina de Estilo e do Chic”e “Os editores de moda em revista: um estudo de caso sobre o site Erika Palomino e a revista Elle”). E também quero ainda trocar ideias sobre minha pesquisa sobre blogs de “street-style”.

Queria ter comentado sobre a importância do diploma para a informação de qualidade, mas o professor Juremir (aqui), e tantos outros, já o fizeram melhor que eu.

Sim[3], tenho escutado, estudado e pensado… bem mais do que escrito ou falado. Porque ser aluna de novo foi o melhor investimento. Porque temos duas orelhas e uma boca (ainda que duas mãos).

Sim[4], acho que tem a ver com o tempo.
Pode ser que o fato de eu ter feito 30 anos neste semestre, embora não tenha mudado em nada, na prática, tornou as coisas um pouco diferentes, sim.
Porque faz toda a diferença ver que não é só a gente que se stressa no trabalho, que não tem tempo, que se preocupa com o futuro, que sofre… e que o medo procede.

Sim [5], tenho coragem de aceitar tudo aquilo que continua em mim. E de reparar outra velocidade. Tenho os mesmos retalhos e já investi em novos. As coisas estão mudando. Lá fora. E aqui dentro também.

Ah, a coleção da Praxis tá LINDA!
Oh as pistas e… espera só!

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.overdose viral Twitter.

abril 30, 2009 § 2 Comentários

O Twitter é, sem dúvida, o viral do momento. Além da discussão em nível acadêmico, já ganhou cobertura em revistas semanais e jornais do país todo aqui e nos programas de TV all around the world: desde Oprah ao programa de auditório diário porto-alegrense Bibo Nunes Show, passando pela TV COM e o globalFantástico.
Quem não conhece quer entender o que é, pra que serve e porque tá gerando todo esse burburinho. É menor que um blog e maior que um chat – um dos motivos do sucesso, a dinâmica em “comprimidos”.
Há os fanáticos e os que odeiam. Os que criticam quem utiliza (ou se expõe) demais, como se estes pouco tivessem vida real. Porém, hoje é geral: todo mundo gosta de estar ali, de alguma forma, marcando “presença”.

In this time, something is thechnically wrong (olha o vídeo abaixo, um dos mais divertidos sobre tuíters)

É certo que o Twitter gerou mais repercussão que os 140 caracteres podem responder. E este é o nó da questão, pra mim. A restrição de espaço estaria (ou está!) trazendo um modo simplificado (ou resumido) de “conversação”, de traduzir o que se faz, pensa, vê ou sente e… no caso do jornalismo: gerando uma forma nova de divulgação de notícias ou até mesmo o surgimento de “nanonotícias“, a partir da necessidade de resumi-las (são ainda apenas as manchetes e/ou títulos?).
É evidente que tuíteiros (amadores ou que publicam através de empresas ou veículos de comunicação) estão adaptando a língua em uma linguagem abreviada (e compreensiva) para os 140 toques. Porque esta limitação EXIGE a adequação, se não quisermos, simplesmente, usar o internetês ou cortar palavras ao meio.

De que forma isso vai implicar no jornalismo? Ainda não sei.
Estes micro-espaços estão trazendo mudanças no nosso modo de “ler o mundo”. E isto é positivo, porque por ali podemos filtrar informações que queremos “receber” (ao segui-las), sejam veículos de comunicação tradicionais ou digitais, empresas de qualquer tipo ou pessoas que divulgam links interessantes. Modificam também as relações entre conhecidos, colegas, “followers” e até amigos de fato (da vida real), na medida em que as “bios” vão sendo configuradas em pílulas (sem a necessidade de expor 200 fotos, por exemplo), por interesses em comum, opiniões e até piadas.
As pesquisas em andamento no Brasil (aqui) da Raquel Recuero valem muito ser acompanhadas.
E este post que era apenas pra dizer que eu cansei da overdose do debate que o tema alcançou (entendam bem, do debate, apenas) em diferentes níveis da sociedade, acabou se tornando também um comentário da doxa – evidenciando ainda mais meu interesse como usuária compulsiva quando estou online.

Gere a polêmica ou discussão que gerar, o Twitter (ou outro microblog do gênero) deve ser entendido como um espaço de liberdade: diferentes interesses e muitos ainda não entenderam.
O melhor que eu percebo é que muitas pessoas ali se sentem ouvidas. Sempre tem um @reply de algum lugar.
O Twitter é um estar junto sozinho. E um estar sozinho junto.
Mas, sobretudo, geeente, é e deve ser entretenimento e motivo de risada. :P

Então, se quiser me tuíta:
@hinerasky

=======> Moda Twitter
Nesta vibe “nerds” que tem filhos e querem que eles cresçam geeks e sejam moderninhos, a designer e pesquisadora Mari Fiorelli (mãe do Bernardo e esposa do André Lemos) criou uma coleção fofa de inspiração ciber. A griffe é nova e se chama “Bebês Pop & Geek“. As aplicações artesanais são em feltro. O mais cool da coleção: os bodies Twitter.

bebespopgeek_twitter

http://bebespopgeek.wordpress.com/

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