wannabe Diane Kruger
Oi nerds,

Encontrei a minha sósia (levanta a mão quem tem a testa tamanho GG) na foto duma festa da Rayban que aconteceu há horas fazendo pose Gisele (acho uó) com os Wayfarer. O modelo tá bombando nas vitrines das óticas porto-alegrenses (e quiça do Brasil inteiro) e é a febre nas versões Ciudad del’est pra quem não pode ter o original, né.
Mesmo vestida neste look pinguim-garçon emergente, a maquiagem e cabelo estão lindos – como sempre (até este grampinho vibe cara-de-colona-dei-um-jeito-sem-ir-no-salão ficou delicado)
Ela brilha muito, né? #wannabeeeee

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Bom, mas te deixo também com uma versão princesa exuberante dela
#wannabeforever
Oremos pra nossa pele ficar assim só com corretivo e pó.
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o esporte da moda
Este ano eu comecei a trabalhar (mostrei aqui) em uma área que queria há muito tempo, consultoria de moda.
Foi na Praxis, uma empresa de moda esportiva INCRÍVEL lá de Santa Maria (cidade onde eu também sou professora nos cursos de Jornalismo e Publicidade da Unifra), que tá crescendo a cada estação.
Pro “Verão 2010″, a equipe de criação e planejamento (a Márcia, a Rubi, o Celso e a Carol) + o pessoal da agência Sinapse e eu trabalhamos pra caramba pra renovar a marca e fazer uma coleção leve, confortável, muito mais linda e com a qualidade pela qual eles já são reconhecidos.
A coleção foi lançada lá em julho, né, porque tinha que começar ser vendida em seguida (mas anda pelas lojas do estado e do país). Olha este vestido que eu tô usando, é da Linha Use (pro dia-a-dia tb):

Neste sábado, quem estiver em Santa Maria e quiser conhecer as roupas lindas da Praxis – tem uma linha pra praticar esportes e também uma linha esportiva urbana – todas impecáveis e, de quebra, saber sobre a importância de tecidos apropriados pra praticar esportes, é só ir no Pavilhão da Moda, da Feisma. Vai ter desfile e palestra. Oh:

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# É muito diferente a gente estudar e ler sobre moda (e planejamento de coleção e tals) e conhecer um empresa e sua dinâmica na prática. As dificuldades, o mercado, a preocupação (e o abismo) entre o pensar o conceito e a grade da coleção que atenda a lojistas de diversos estados do país, estes sim, especialistas em quem está do outro lado do balcão – o consumidor (quem faz o uso real da moda).
Trabalhei aprendendo. Aprendi trabalhando.
E ainda estou.
Fizemos um catálogo da campanha e até dá pra ver o making-of (eu apareço, uhu) no site: http://www.usepraxis.com.br/ (no link Campanha).
beijos.
queria a bicicleta rosa


Mas daí vi o vestido. e não resisti. Acho que tem tudo a ver com a sensualidade sutil da moda.
Com o verão aí, a gente pensa em praticar esportes, né… pra ficar mais bonita numa roupa dessas.
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[as imagens fofas eu tirei daqui].
Um feliz domingo pra quem chegou aqui.
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“Life is like riding a bicycle in order to keep your balance you must keep moving“
queremos este look.pontocom


Que coisa mais fofa-feminina, né?
Hoje mesmo eu queria me vestir com este look (só dispensaria as meias por causa do calor). :P
Só preciso desta camisa vintage Etsy da Jessica Schroeder, do What I Wore. \o/
Paris: retalhos de rua
Olha só este projeto chamado Paris Street View, do fotógrafo Michael Wolf. Pelo mapa das ruas da cidade, no Google, ele fez suas próprias imagens, seus próprios enquadramentos. Delícia, né?



via Kato78
.A toda hora, todo momento.
every girl goes through a photography phase





É bem clichê tirar fotos de pés. Guria adora e tem esta fase (alguns guris também, mas não confessam). Como eu!
“Every girl goes through a photography phase”. É fato, é até texto de roteiro de filme, sabiam? – o Lost in Translation (Encontros e Desencontros), com a linda Scarlett Johansson
Daí que depois de muitas fotos dos meus pés e pernas postadas no Flickr, na minha SÉRIE “pernas pra que te quero”, resolvi criar o GRUPO “every girl goes through a photography phase”, pra compartilhar o “hobby” com as amigas que também curtem isso e continuam nesta fase.
Já tirou fotos dos pezinhos por aí? Gosta disso?
Participa, vai!
aprendendo com Miranda July
Miranda July é ponto de partida e chegada pra mim. Eu a adoro (já escrevi isto “aqui“). Amo o que ela escreve, os filmes dela, a voz, a estranheza bonita dela, o que ela entende por arte e também como ela transforma tudo em arte.
É claro que a gente entende o que ela tá falando.
Eu entendo. E obviamente ela me entenderia.
Ela fala direto com meu coração.
Já viu isso?
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O video The Hallway, que tá no site oficial, é a filmagem de uma exposição dela no Japão (International Triennale of Contemporary Art), em 2008, bem simples e fácil de entender (é inglês), mas digna de sacudir os mortais. Tentei por aqui, mas não consegui (duas fotinhas então, abaixo). Vale a pena ver.
Dialoga muito com qualquer um de nós.


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O site: http://www.learningtoloveyoumore.com/ também foi uma experiência linda, com participação do púbico – arte interativa, né (exemplo da foto).

para onde a moda vai?
Eu não tenho resposta pra esta pergunta, porque ela é complexa. A moda vai atrás do consumidor, oras. Ela tem que sair das passarelas e vitrines e ir pras ruas pra fazer sentido.
Tampouco vou discutir a “falta de” criatividade (e imaginação) dos designers das últimas semanas de moda internacionais Spring/Summer 2010.
Vi váaaarios fotos de desfiles (pelo Style.com), pouca inovação arrebatadora, mas tinha peças bem bonitas, mostrando algumas coleções elaboradas (sem ser exageradas) e sensoriais (com transparências e babados fofos até), outras com ar mais futurista e andrógino, mas que cabem pra mulher dos dias de hoje.
Pra mulheres que sabem se fazer femininas. Porque mulher tem que ser feminina na minha opinião (muito!), mas não precisa usar decote pra isso (é a gente que decide) – embora estejam em vogas looks sensuais.
Pra mim, moda tem que ser efortless, com um toque moderninho.
A mulher tem que se vestir com graça, fazer com que a roupa deslize no corpo.
Marni 
Se a Chanel disse já que é corpo da mulher que determina o contorno do vestido – claro que a gente pode associar isso a tudo que vestimos. E a idade também deve ser considerada. É por isso que temos que pensar pra onde nosso guarda-roupa vai? O que é adequado pra mim no meio disso tudo?
Mas pra nossa alegria e deleite, minhas imagens fave do que rolou em NYC, Londres, Milão e Paris.
Rosa Chá (ai achei incrível esta composição navy do Alexandre Herchcovitch pra RC. Os óculos redondinhos vão bombar. E lenços na cabeça são um arraso)
Miu Miu
Luella
Luella (acessórios)
Balenciaga
Chanel 

conectar(se) dá trabalho. muito.
Nunca parei tanto pra pensar em comunicação (ou na falta de) quanto ultimamente. A minha geração, que já é filhote da rede mundial, é uma das que menos se comunica – digo, que se comunica pior – apesar de tantos espaços para isso (a gente sabe que as conversações ocorrem e os encontros existem). Comunicar, aqui, estou falando em interagir, e, ao fazer isso, ser compreendido e/ou correspondido, né.
Não é UM problema, apenas, na minha opinião. São vários.
Isso tem a ver não só com as idiossincrasias das tecnologias digitais e das redes, mas também com o nosso jeito de dizer, com a (falta de) clareza. Com as palavras que a gente escolhe, penso cá.
Quem está do outro lado nao tem como adivinhar nossa empolgação, tristeza ou desmotivação; se um simples “Sim” é só um sim mesmo. Ou o que a gente tá pensando junto com este sim (os poréns ou se é um “mais ou menos”). Se um “não” de resposta implica uma carga de desapontamento, conformismo ou whatever.
Ou se um “Pode ser”, “Tudo bem, ok, fulaninho” não está carregado de um: “Não pensa que eu aguento isso“; ou “Quero me avançar em você”.
E se você puxa assunto com alguém numa destas plataformas e a pessoa não responde? Ela pode não estar no computador, ou pode estar ocupada, né? Ou tantas coisas. Mas você acredita nisso?
Supostas piadas ou intenções também nem sempre têm sucesso, né gente.
E no quesito afeto e coisas do coração? Ixi. Fudeu. Aí é que estas coisas se agravam. Porque mesmo com as webcams, não tem como tocar, nem ouvir o tom da voz e a respiração da mesma forma que ao vivo.
Ô coisinha complicada. Justamente porque estamos falando de pessoas.
PIOR. O que eu sinto é que tudo isso vem agravando cada vez mais nossos jeitos de interagir principalmente nas nossas relações em grupo, no dia-a-dia e não só na internet. Pode ser que gente esteja conversando menos e não falando tudo que gostaria pras pessoas. Sendo mais monossilábico até.
Claro que tem isso de ser mais fácil e confortável dizer as coisas escrevendo, por e-mail, ou nestas quickmessages, “escondida” na tela de cá, do que no cara-a-cara. Mas é bem por isso que eu às vezes me sinto emburrecendo, sem iniciativa para dizer coisas tão simples, mas fundamentais para as pessoas com quem me relaciono, a qualquer hora. Em casa, num café, no trabalho, na hora do almoço.
Muita gente dizendo coisas, vidas explícitas, mas pouca clareza no eu-e-você. Ruído. Delay.
Daí que tem gente que se trumbica. No virtual e no real.
E não tô dizendo que é culpa da rede, veja bem.
Acho que a rede mundial facilita muito os acessos das pessoas e às pessoas (sou uma otimista). Facilita as conexões. Facilita as relações, sim. Mas não os laços fortes, os vínculos de fato.
Aí a gente fala coisas. Não se entende. And… straight on.
Vamos em frente, porque é mais fácil fazer novos amigos do que fortalecer as relações que já temos.
E é aqui que eu concordo com o sociólogo Zygmunt Bauman. Porque com a mesma facilidade que a gente conecta, a gente se desconecta, né. Esta é a lógica – legítima – das redes, que não obriga o engajamento e o compromisso: “momentos em que se está em contato, intercalados por períodos de movimentação A ESMO”, explica Bauman. Conexões estabelecidas e cortadas POR ESCOLHA. Aqui está a fragilidade das relações, né.
Embora neste ponto já entremos num tema nodoso, o dos relacionamentos, (que claro, também perpassam as interações), penso que isso justifica muito da ansiedade do que a gente vive e até do medo de se expor (ou não né?).
Talvez nem falte dizer. Falta fazer acontecer neste mundo.
Fora daqui.
Porque comunicação é ação, né, nerds?
Aquele abraço!
.de olho em Kate.

Eu adoro a Kate Moss.
E não é porque ela é inovadora e trendsetter*, porque tudo o que veste vira moda.
Eu adoro o JEITO dela, da aparência, do “eu tô nem aí pra vocês todos” dela também. Da provocação e da autenticidade.
Ela me faz feliz com com a coerência entre a imagem que tem, o corpo e a idade.

Gosto disso.
As fotos, que são da Vogue Francesa deste mês, estão no fashionista.com
Ela: linda, linda, linda.
Editorial: lindo, lindo, lindo!
Kate, me morro com teu estilo. Me ensina?
* E por isso ela é um “ALFA” (tá entre os 2 ou 4% da população que tem esse potencial). E nisso ela é highest, né?
Feliz Dia das Crianças
Porque aventura é retalho de infância, pra mim (mais aqui).
Parece, né?
retalhos do final de semana
1. Eu sou da época do Atari. E este ano, estava inclinada a comprar um videogame “milesima” geração. Meu amigo @andrepase, porém, me situou: “Como tu vai produzir a tese?”. :/

Mas AGORA, depois que li a notícia aqui e aqui de que o fashionworld tá inspirando os videogames; ah, vou estar querendo, né?
Gente, o reality show “Project Runway” vai ser um jogo de Nintendo Wii, lançado ano que vem já. E os jogadores vão poder desenhar e também desfilar com as produções. Que lindo, né? Parece que vai ter até Heidi Klum e tudo como personagem. #wannabe
2. Se aqui no Brasil a febre é Melissa, na Italia, são os reloginhos-pulseira de silicone plastic-chis. São super leves, em 19 cores e em 3 tamanhos, mas esses fininhos aí são os the best. A galera tem usado várioss, de cores diferentes, fazendo um pulseirão. Como são vendidos em uma embalagem com 2 (a 17 euros), dá pra trocar com a amiga, ou fazer volume rapidinho.

Quem me contou foi minha amiga Taís (este aí da foto, que tá na minha mão, é dela e veio direto de lá). Eu achei super fofo e a cara do verão.
Tem tudo aqui no site: http://www.plastichic.net/
3. Parem um minutinho pra ouvir comigo ‘Lunar Sea’ by Camera Obscura @imeem Tá no repeat há mais de um mês. Gosto de todas deles. Mas a combinação da letra de melodia desta is sooo sweet. Para o final de semana.
4. Desculpa, mas eu nasci pra ser embaixatriz da Chanel. Alguém avisa?

Fora os tamancos de madeira (horrorosos) desta última coleção. Mas deve haver uma justificativa (que agora eu não vou buscar). Porém, AMEI o estilo “rústico-chic”.

5. Muitas fotosde PÉS depois, minha SÉRIE de fotos do Flickr: “pernas pra que te quero” virou o GRUPO “every girl goes through a photography phase” #inspiração do Lost in Translation

Tem fotos dos teus pés, sapatinhos, tênis e tal? Participa então!
6. Que coisa isso que todo mundo trabalha muito e não tem tempo, sabe… Pra quase nada. Pois é… A vida é dura e o tempo cura; dizem os experientes. O amor é líquido; dizem os sociólogos. (Zygmunt Bauman, conhece? Se não conhece, deves ler. Uns acham picareta, outros amam. Tire suas próprias conclusões).
Por enquanto eu digo que tudo é válido e que estou aprendendo as coisas. Porém, que ainda tenho que aprender quase tudo.
Beijo e bom feriadão. Aproveita (o tempo livre) que tá fazendo dias lindos (aqui em Porto Alegre, ao menos) e faz uns passeios delícia como estes.
all you need are friends
pra brincar de Amélie Poulain

perfeito pra quem tem webcam.

este link eu recebi agora há pouco da minha primeira profe de français, Vera Mello. E ela disse: “este site foi inventado pra ti. hahah“
- D’accord, Vera!
La vie devrait être comme le souhaitait Amélie Poulain.
C’est mon avis.
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