Play it loud

Music is the only thing that makes sense anymore, man.
Play it loud enough, it keeps the demons away
“.

JoJo, Across The Universe

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Oh yeah, I’ll tell you something,
I think you’ll understand.
When I say that something
I wanna hold your hand

[...]

And when I touch you I feel happy inside.

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Play Beatles loud and have a good weekend, holding hands!
:D

um é pouco

Mas 2 cintos… fica uma graça, né?
Eu gosto demais da combinação de dois cintos (que vale também de larguras diferentes) porque muda completamente a proposta do look e dá outra cara pro nosso visual.
A ideia aqui foi valorizar a cintura, que é uma parte do corpo legal em mim.
Já até mostrei antes aqui esta combinação que eu adoro.
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Que outras combinações com cintos são possíveis? Contaí (ou mostra)!
Pensei que estes cintis fininhos posso usar como colar.
Vou experimentar… beijos.
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[sorry pelas eu.jpg]

capítulos de arqueologia

Novembro 24, 2009 Daniela Hinerasky 3 comentários

O tempo ajuda os homens a derreter o gelo entre si?
Ah, o tempo…

mídia e identidade gaúcha

Novembro 13, 2009 Daniela Hinerasky 4 comentários

moda_identidade

BAH, que coisa mais linda este livro, né?
Faltava só esta figura emblemática estar de Ipod pra representar o que é ser gaúcho em 2009, as diferentes formas de representação do nosso povo e o que ainda permanece no imaginário das pessoas pela reiteração dessas imagens.

Pois este é um dos livros que vão ser lançados nesta 55ª Feira do Livro de Porto Alegre.
Editado pela Edunisc e com organização de Ângela Felippi (Unisc) e Vitor Necchi (PUCRS), publica um artigo meu: “O pampa virou cidade na TV: identidades na série Histórias Curtas”, resultado da minha dissertação de mestrado, concluída em 2004 (UFRGS), com avanços de uma pesquisa posterior realizada em 2006 (junto com a colega Sibila Rocha e a aluna Adriana Amaral).

Entre as autoras, também está Liliane Brignol, minha grande amiga, colega e parceira nesta pesquisa e nas discussões sobre a (forte) presença da identidade gaúcha na mídia.
Por tudo isso e por ser resultado de uma fase importante da minha vida, este é um dos meus principais orgulhos nerd.

contracapa

O que? SESSÃO DE AUTÓGRAFOS, gente.

Onde? Feira do Livro de Porto Alegre

Quando? dia 14 de novembro, sábado, às 16h30

Na feira, o livro vai estar com preço promocional.
Depois, pode ser encontrado em diversas livrarias, ou diretamente no site da Editora: http://online.unisc.br/acadnet/editora/

wannabe Diane Kruger

Oi nerds,
Diane Kruger at RayBan's relaunch of 'Clubmaster' sunglasses

Encontrei a minha sósia (levanta a mão quem tem a testa tamanho GG) na foto duma festa da Rayban que aconteceu há horas fazendo pose Gisele (acho uó) com os Wayfarer. O modelo tá bombando nas vitrines das óticas porto-alegrenses (e quiça do Brasil inteiro) e é a febre nas versões Ciudad del’est pra quem não pode ter o original, né.
Mesmo vestida neste look pinguim-garçon emergente, a maquiagem e cabelo estão lindos – como sempre (até este grampinho vibe cara-de-colona-dei-um-jeito-sem-ir-no-salão ficou delicado)
Ela brilha muito, né? #wannabeeeee

diane_kruger_300x500
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Bom, mas te deixo também com uma versão princesa exuberante dela
#wannabeforever
Oremos pra nossa pele ficar assim só com corretivo e pó.
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diane Kruger

o esporte da moda

Este ano eu comecei a trabalhar (mostrei aqui) em uma área que queria há muito tempo, consultoria de moda.
Foi na Praxis, uma empresa de moda esportiva INCRÍVEL lá de Santa Maria (cidade onde eu também sou professora nos cursos de Jornalismo e Publicidade da Unifra), que tá crescendo a cada estação.
Pro “Verão 2010″, a equipe de criação e planejamento (a Márcia, a Rubi, o Celso e a Carol) + o pessoal da agência Sinapse e eu trabalhamos pra caramba pra renovar a marca e fazer uma coleção leve, confortável, muito mais linda e com a qualidade pela qual eles já são reconhecidos.
A coleção foi lançada lá em julho, né, porque tinha que começar ser vendida em seguida (mas anda pelas lojas do estado e do país). Olha este vestido que eu tô usando, é da Linha Use (pro dia-a-dia tb):

Photo on 2009-11-06 at 23.07 #2

Neste sábado, quem estiver em Santa Maria e quiser conhecer as roupas lindas da Praxis – tem uma linha pra praticar esportes e também uma linha esportiva urbana – todas impecáveis e, de quebra, saber sobre a importância de tecidos apropriados pra praticar esportes, é só ir no Pavilhão da Moda, da Feisma. Vai ter desfile e palestra. Oh:

Praxis webmail convite palestra

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# É muito diferente a gente estudar e ler sobre moda (e planejamento de coleção e tals) e conhecer um empresa e sua dinâmica na prática. As dificuldades, o mercado, a preocupação (e o abismo) entre o pensar o conceito e a grade da coleção que atenda a lojistas de diversos estados do país, estes sim, especialistas em quem está do outro lado do balcão – o consumidor (quem faz o uso real da moda).
Trabalhei aprendendo. Aprendi trabalhando.
E ainda estou.
Fizemos um catálogo da campanha e até dá pra ver o making-of (eu apareço, uhu) no site: http://www.usepraxis.com.br/ (no link Campanha).
beijos.

queria a bicicleta rosa

Novembro 1, 2009 Daniela Hinerasky 1 comentário

passeiosonho

Mas daí vi o vestido. e não resisti. Acho que tem tudo a ver com a sensualidade sutil da moda.
Com o verão aí, a gente pensa em praticar esportes, né… pra ficar mais bonita numa roupa dessas.

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[as imagens fofas eu tirei daqui].
Um feliz domingo pra quem chegou aqui.

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Life is like riding a bicycle in order to keep your balance you must keep moving

Categorias[mix de retalhos]

queremos este look.pontocom

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Que coisa mais fofa-feminina, né?
Hoje mesmo eu queria me vestir com este look (só dispensaria as meias por causa do calor). :P
Só preciso desta camisa vintage Etsy da Jessica Schroeder, do What I Wore. \o/

Paris: retalhos de rua

Olha só este projeto chamado Paris Street View, do fotógrafo Michael Wolf. Pelo mapa das ruas da cidade, no Google, ele fez suas próprias imagens, seus próprios enquadramentos. Delícia, né?

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via Kato78

.A toda hora, todo momento.

PICK ONE

PICK ONE

PICK TWO

every girl goes through a photography phase

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É bem clichê tirar fotos de pés. Guria adora e tem esta fase (alguns guris também, mas não confessam). Como eu!
“Every girl goes through a photography phase”. É fato, é até texto de roteiro de filme, sabiam? – o Lost in Translation (Encontros e Desencontros), com a linda Scarlett Johansson
Daí que depois de muitas fotos dos meus pés e pernas postadas no Flickr, na minha SÉRIE “pernas pra que te quero, resolvi criar o GRUPO “every girl goes through a photography phase”, pra compartilhar o “hobby” com as amigas que também curtem isso e continuam nesta fase.

Já tirou fotos dos pezinhos por aí? Gosta disso?
Participa, vai!

aprendendo com Miranda July

Miranda July é ponto de partida e chegada pra mim. Eu a adoro (já escrevi isto “aqui“). Amo o que ela escreve, os filmes dela, a voz, a estranheza bonita dela, o que ela entende por arte e também como ela transforma tudo em arte.
É claro que a gente entende o que ela tá falando.
Eu entendo. E obviamente ela me entenderia.

Ela fala direto com meu coração.

Já viu isso?

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O video The Hallway, que tá no site oficial, é a filmagem de uma exposição dela no Japão (International Triennale of Contemporary Art), em 2008, bem simples e fácil de entender (é inglês), mas digna de sacudir os mortais. Tentei por aqui, mas não consegui (duas fotinhas então, abaixo). Vale a pena ver.
Dialoga muito com qualquer um de nós.

hallway1jpeghallway2jpeg

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O site: http://www.learningtoloveyoumore.com/ também foi uma experiência linda, com participação do púbico – arte interativa, né (exemplo da foto).
thething2

para onde a moda vai?

Eu não tenho resposta pra esta pergunta, porque ela é complexa. A moda vai atrás do consumidor, oras. Ela tem que sair das passarelas e vitrines e ir pras ruas pra fazer sentido.
Tampouco vou discutir a “falta de” criatividade (e imaginação) dos designers das últimas semanas de moda internacionais Spring/Summer 2010.
Vi váaaarios fotos de desfiles (pelo Style.com), pouca inovação arrebatadora, mas tinha peças bem bonitas, mostrando algumas coleções elaboradas (sem ser exageradas) e sensoriais (com transparências e babados fofos até), outras com ar mais futurista e andrógino, mas que cabem pra mulher dos dias de hoje.
Pra mulheres que sabem se fazer femininas. Porque mulher tem que ser feminina na minha opinião (muito!), mas não precisa usar decote pra isso (é a gente que decide) – embora estejam em vogas looks sensuais.
Pra mim, moda tem que ser efortless, com um toque moderninho.
A mulher tem que se vestir com graça, fazer com que a roupa deslize no corpo.

Marni marni

Se a Chanel disse já que é corpo da mulher que determina o contorno do vestido – claro que a gente pode associar isso a tudo que vestimos. E a idade também deve ser considerada. É por isso que temos que pensar pra onde nosso guarda-roupa vai? O que é adequado pra mim no meio disso tudo?

Mas pra nossa alegria e deleite, minhas imagens fave do que rolou em NYC, Londres, Milão e Paris.

Rosa Chá (ai achei incrível esta composição navy do Alexandre Herchcovitch pra RC. Os óculos redondinhos vão bombar. E lenços na cabeça são um arraso) rosacha9Miu Miu miu3 Luella
luella Luella (acessórios) luella Balenciagabalenciaga Chanel chanelchanel

conectar(se) dá trabalho. muito.

3463289462_29bd918bac_oNunca parei tanto pra pensar em comunicação (ou na falta de) quanto ultimamente. A minha geração, que já é filhote da rede mundial, é uma das que menos se comunica – digo, que se comunica pior – apesar de tantos espaços para isso (a gente sabe que as conversações ocorrem e os encontros existem). Comunicar, aqui, estou falando em interagir, e, ao fazer isso, ser compreendido e/ou correspondido, né.

Não é UM problema, apenas, na minha opinião. São vários.

Isso tem a ver não só com as idiossincrasias das tecnologias digitais e das redes, mas também com o nosso jeito de dizer, com a (falta de) clareza. Com as palavras que a gente escolhe, penso cá.

Quem está do outro lado nao tem como adivinhar nossa empolgação, tristeza ou desmotivação; se um simples “Sim” é só um sim mesmo. Ou o que a gente tá pensando junto com este sim (os poréns ou se é um “mais ou menos”). Se um “não” de resposta implica uma carga de desapontamento, conformismo ou whatever.
Ou se um “Pode ser”, “Tudo bem, ok, fulaninho” não está carregado de um: “Não pensa que eu aguento isso“; ou “Quero me avançar em você”.

E se você puxa assunto com alguém numa destas plataformas e a pessoa não responde? Ela pode não estar no computador, ou pode estar ocupada, né? Ou tantas coisas. Mas você acredita nisso?

Supostas piadas ou intenções também nem sempre têm sucesso, né gente.

E no quesito afeto e coisas do coração? Ixi. Fudeu. Aí é que estas coisas se agravam. Porque mesmo com as webcams, não tem como tocar, nem ouvir o tom da voz e a respiração da mesma forma que ao vivo.

Ô coisinha complicada. Justamente porque estamos falando de pessoas.

PIOR. O que eu sinto é que tudo isso vem agravando cada vez mais nossos jeitos de interagir principalmente nas nossas relações em grupo, no dia-a-dia e não só na internet. Pode ser que gente esteja conversando menos e não falando tudo que gostaria pras pessoas. Sendo mais monossilábico até.

Claro que tem isso de ser mais fácil e confortável dizer as coisas escrevendo, por e-mail, ou nestas quickmessages, “escondida” na tela de cá, do que no cara-a-cara. Mas é bem por isso que eu às vezes me sinto emburrecendo, sem iniciativa para dizer coisas tão simples, mas fundamentais para as pessoas com quem me relaciono, a qualquer hora. Em casa, num café, no trabalho, na hora do almoço.

Muita gente dizendo coisas, vidas explícitas, mas pouca clareza no eu-e-você. Ruído. Delay.
Daí que tem gente que se trumbica. No virtual e no real.
E não tô dizendo que é culpa da rede, veja bem.
Acho que a rede mundial facilita muito os acessos das pessoas e às pessoas (sou uma otimista). Facilita as conexões. Facilita as relações, sim. Mas não os laços fortes, os vínculos de fato.
Aí a gente fala coisas. Não se entende. And… straight on.
Vamos em frente, porque é mais fácil fazer novos amigos do que fortalecer as relações que já temos.

E é aqui que eu concordo com o sociólogo Zygmunt Bauman. Porque com a mesma facilidade que a gente conecta, a gente se desconecta, né. Esta é a lógica – legítima – das redes, que não obriga o engajamento e o compromisso: “momentos em que se está em contato, intercalados por períodos de movimentação A ESMO”, explica Bauman. Conexões estabelecidas e cortadas POR ESCOLHA. Aqui está a fragilidade das relações, né.

Embora neste ponto já entremos num tema nodoso, o dos relacionamentos, (que claro, também perpassam as interações), penso que isso justifica muito da ansiedade do que a gente vive e até do medo de se expor (ou não né?).

Talvez nem falte dizer. Falta fazer acontecer neste mundo.
Fora daqui.
Porque comunicação é ação, né, nerds?
Aquele abraço!

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.de olho em Kate.

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Eu adoro a Kate Moss.
E não é porque ela é inovadora e trendsetter*, porque tudo o que veste vira moda.
Eu adoro o JEITO dela, da aparência, do “eu tô nem aí pra vocês todos” dela também. Da provocação e da autenticidade.
Ela me faz feliz com com a coerência entre a imagem que tem, o corpo e a idade.

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Gosto disso.
As fotos, que são da Vogue Francesa deste mês, estão no fashionista.com
Ela: linda, linda, linda.
Editorial: lindo, lindo, lindo!
Kate, me morro com teu estilo. Me ensina?

* E por isso ela é um “ALFA” (tá entre os 2 ou 4% da população que tem esse potencial). E nisso ela é highest, né?